Incorporação imobiliária em terrenos com indícios de contaminação

Antes de tudo, é necessário entender que áreas contaminadas são diferentes de áreas com indícios de contaminação. As primeiras são aquelas em que houve investigação confirmando a presença de substâncias contaminantes, ou que seja constante de alguma lista oficial de áreas contaminadas (CETESB/SP, FEAM/MG, INEA/RJ, etc.). Já as segundas, compõem um grupo muito maior, são todas as áreas em que, por algum motivo específico, existe a suspeita de contaminação (a qual pode ou não existir).

Segundo o LIC – Levantamento de Indícios de Contaminação, documento aprovado em conjunto entre várias instituições financeiras nacionais no âmbito da FEBRABAN, são potenciais fontes de contaminação (mesmo que tenham ocorrido no passado): Continue lendo “Incorporação imobiliária em terrenos com indícios de contaminação”

O que muda com a nova Lei Federal de Regularização Fundiária (13.465/2017)?

A nova lei de regularização fundiária urbana e rural, sancionada no último dia 11, traz muitas mudanças ao empreendedor imobiliário. Uma das mais importantes é o artigo 58, que regulamenta o condomínio de lotes. Até então, os chamados “condomínios fechados” só existiam em duas formas:

  • um loteamento comum que é informalmente fechado e administrado por associações de moradores. São os casos dos loteamentos fechados onde a unidade negociada é o lote e cada comprador constrói sua casa com projeto próprio;
  • um condomínio de casas, onde a unidade negociada é uma casa construída pelo empreendedor de forma padronizada (caso da lei de Vilas de São Paulo).

A nova lei permite que a fração ideal de cada condômino poderá ser proporcional à área do solo de cada unidade autônoma, ao respectivo potencial construtivo ou a outros critérios indicados no ato de instituição. Aplica-se, no que couber, ao condomínio de lotes o disposto sobre condomínio edilício, respeitada a legislação urbanística. Para fins de incorporação imobiliária, a implantação de toda a infraestrutura ficará a cargo do empreendedor. Continue lendo “O que muda com a nova Lei Federal de Regularização Fundiária (13.465/2017)?”

Qual o tamanho ideal para a TV?

O tamanho recomendado da tela da TV depende apenas da distância entre ela e os olhos do observador. Utilize a seguinte fórmula para calcular a dimensão da tela de TV ideal para o seu caso:

X = d / 7,5

Onde,

X = tamanho nominal (comercial) da tela da TV em polegadas
d = distância dos olhos do observador até a tela da TV, em centímetros

Exemplo: em uma sala, a posição do sofá faz com que os olhos do observador fiquem a 3 metros (300 centímetros) da tela da TV. Neste caso, o ideal será uma tela de 40 polegadas. Veja o cálculo:

X = 300 / 7,5 = 40 polegadas

Para facilitar, deixo abaixo as distâncias mínimas que correspondem às dimensões comerciais de TV: Continue lendo “Qual o tamanho ideal para a TV?”