Como dimensionar uma broca de concreto para fundação?

Atenção: a leitura deste texto não dispensa a consulta às normas técnicas vigentes, as quais podem ser alteradas sem prévio aviso. Toda obra deve ser projetada e acompanhada por profissional técnico habilitado, engenheiro civil ou arquiteto, com registro no CREA ou no CAU, e ART ou RRT recolhido.

As fundações em brocas escavadas de concreto são instituições nacionais. Se você não disser nada a um construtor experiente sobre como será a fundação de uma obra, na maior parte do território nacional, suporá ser em brocas escavadas e concretadas, coroadas por um bloco de concreto armado.

Apresento abaixo um método bastante prático para o dimensionamento das brocas (deixemos os blocos para outro post por enquanto), desenvolvido em 1975 por Aoki e Veloso.

Antes de adentrarmos aos cálculos, é importante ressaltar que, apesar de costumar ser escavada manualmente por trado, a broca é uma fundação profunda, ou seja, que busca uma cota de apoio de ponta mais profunda e conta com o atrito lateral em sua consideração teórica de tensões de ruptura geotécnica.

A tensão de ruptura total da broca é composta, portanto, pela soma de dois componentes: a tensão de ruptura geotécnica de ponta, e a tensão de ruptura lateral (por atrito): Continuar lendo Como dimensionar uma broca de concreto para fundação?

Curso básico de avaliação de imóveis disponibilizado com desconto

 

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Dando continuidade aos nossos esforços de apoiar os colegas nesse momento difícil, disponibilizamos mais um curso online com desconto temporário: Avaliação de Imóveis Básico – Comparativo Direto.

Assim como nos demais, este curso ficará com preço promocional por tempo limitado, e pode voltar ao preço original sem prévio aviso.

Quem adquirir o curso no período promocional, terá direito a acessá-lo quantas vezes quiser durante 12 meses a partir da matrícula. Continuar lendo Curso básico de avaliação de imóveis disponibilizado com desconto

Ferramentas para arquitetura e BIM em dispositivos Apple

Algumas pessoas me perguntam sobre a melhor configuração de Apple Mac para rodar ferramentas BIM, se o MacBook Air seria suficiente, por exemplo. A resposta depende de como você usa as ferramentas BIM (ou outras ferramentas para projetos de arquitetura). Eu, por exemplo, uso ArchiCAD tranquilamente num MacBook Air 2017, configuração mínima de fábrica.

Porém, minha utilização vai até o 3D básico para apresentação do projeto. Se você trabalha com animações sobre maquetes eletrônicas ou renderização em ultra-realismo, seria melhor usar um MacBook Pro, por exemplo.

Mas, antes de gastar tubos de dinheiro num Mac (sim, eu sei, é caro), considere também outras possibilidades. Um dispositivo que tem me surpreendido a cada dia pelo desempenho é o iPad (uso um iPad Air 3a. geração, nem está mais à venda no site da Apple). Continuar lendo Ferramentas para arquitetura e BIM em dispositivos Apple

Análise multivariada de dados no Mac

Como entusiasta, simultaneamente, do Apple Mac e da análise multivariada de dados (base para estudos econométricos), acabei por insistir ou pouco mais em pesquisar softwares ou aplicativos que me oferecessem, pelo menos, análise discriminante, regressão linear múltipla e análise fatorial.

Curiosamente, estou concluindo, até aqui, que a melhor opção que encontrei foi também uma das primeiras: o StatPlus (AnalysSoft). Além de incluir um pacote suficiente para as necessidades mais comuns de análise de grandes quantidades de dados, é também econômica: algumas análises, como a regressão linear múltipla, estão entre as ferramentas disponibilizadas como freeware. Continuar lendo Análise multivariada de dados no Mac

Concorrência na análise estratégica

É necessário saber em que tipo de mercado estamos inseridos, sendo que estes variam entre mercados concentrados (com poucos jogadores) e não-concentrados. Estruturas de mercado é uma forma de descrevê-lo em termos de número de competidores e sua distribuição. Uma das medidas mais comuns para a estrutura de mercado é o coeficiente de concentração de N empresas (participação conjunta das N maiores empresas atuantes no mercado). Exemplo: um determinado mercado em que as quatro principais empresas tenham uma participação conjunta de 0,90 (90%). Para este cálculo, costuma-se utilizar a receita de vendas, mas também podem ser utilizados outras variáveis (como a capacidade de produção, por exemplo). Continuar lendo Concorrência na análise estratégica