Escritórios de Arquitetura e Urbanismo em São Paulo: clientes corporativos

Estas informações foram publicadas como artigo científico, cite a fonte:

TREVISAN, Ricardo M.; BARROS, Gil G.; ONO, Rosaria. Segmentação na atuação das empresas de Arquitetura no município de São Paulo. Anais.. Uberlândia: PPGAU/FAU/FAUeD/UFU, 2019. Disponível em http://www.eventos.ufu.br/ufu/sbqp/2019/10

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Mapeamento dos escritórios de Arquitetura e Urbanismo em São Paulo

Estas informações foram publicadas como artigo científico, cite a fonte:

TREVISAN, Ricardo M.; BARROS, Gil G.; ONO, Rosaria. Segmentação na atuação das empresas de Arquitetura no município de São Paulo. Anais.. Uberlândia: PPGAU/FAU/FAUeD/UFU, 2019. Disponível em http://www.eventos.ufu.br/ufu/sbqp/2019/10

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Marketing para arquitetos, linha zero

Muitos escritórios de arquitetura, urbanismo e design que entram em contato conosco pedem informações sobre “como fazer marketing “. Aprofundando a conversa, logo percebemos que o desejo é, na verdade, saber como construir planos de comunicação e estratégias de captação de novos clientes. Falaremos sobre isso por aqui em breve, mas antes é importante deixar claro o que é marketing de fato, até porque essas empresas já investem (e muito!) em ferramentas de marketing e nem percebem.

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O que é economia de escala, economia de escopo e curva de aprendizagem

economia de escala em determinado processo de produção (de bem ou serviço) quando, em determinada faixa de volume de produção, os custos médios são menores.

Já a economia de escopo existe quando a empresa economiza à medida que amplia a variedade de produtos oferecidos (bens produzidos ou serviços prestados). Continue lendo “O que é economia de escala, economia de escopo e curva de aprendizagem”

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ACHE UM ARQUITETO: Novo serviço para quem vai construir ou reformar

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/BR), desde sua fundação, disponibiliza uma página de busca de arquitetos e urbanistas a partir de qualquer dado (nome, CPF ou registro no CAU), verificando se são arquitetos e urbanistas ou empresas registrados regularmente. Trata-se de uma obrigação legal do CAU.

O mesmo conselho também encomendou pesquisa ao DataFolha em 2015, a qual revelou que 73% das contratações de arquitetos e urbanistas são feitas por indicação, e apenas 8% dos clientes buscam os profissionais na internet.

Para otimizar este canal, o CAU ampliou o serviço de busca e criou o Ache um Arquiteto, sistema que disponibiliza sem custos informações adicionais sobre os arquitetos e urbanistas registrados no CAU. Se você for profissional da arquitetura e urbanismo, cadastre suas informações de contato e imagens de trabalho para divulgação em todo o Brasil. Continue lendo “ACHE UM ARQUITETO: Novo serviço para quem vai construir ou reformar”

A Teoria de Pecking Order na estrutura de capital das incorporadoras brasileiras

 

Cheguei agora onde eu queria. Os posts anteriores sobre a proposição de irrelevância, trade-off e teoria da agência foram necessários para o entendimento da Teoria de Pecking Order (ou teoria da hierarquia de preferência, numa tradução livre).

A famosa pesquisa de Myers e Majluf, de 1984, colocam a questão da assimetria de informações: os gestores possuem mais informações sobre a magnitude dos investimentos, o retorno de cada investimento e outras características da firma que os investidores externos. Assim, os gestores prefeririam emitir ações quando os preços estão sobrevalorizados. Como os investidores sabem disto, exigiriam um desconto para comprá-las. Os gestores dariam, então, preferência a outras formas de financiamento, como o endividamento. Myers, em outro trabalho, sugere que as empresas seguem uma ordem de preferência para seu financiamento (pecking order). A sequência de preferência seria pelos recursos próprios (lucros retidos), seguido pela dívida de baixo risco, dívida de alto risco e, por fim, a emissão de ações.

Bulan e Yan, em 2010, estudaram a proposição do pecking order em função do ciclo de vida da firma e identificaram que Continue lendo “A Teoria de Pecking Order na estrutura de capital das incorporadoras brasileiras”

A Teoria da Agência na estrutura de capital das empresas

A Teoria da Agência se preocupa com os problemas decorrentes da separação entre propriedade e controle. Segundo esta teoria, o gestor (agente) agiria de acordo com seus interesses e incentivos, que estão muitas vezes em conflito com os interesses dos acionistas (principal), especialmente com relação à emissão de ações e ao tamanho ótimo da firma. Estes conflitos seriam especialmente severos em firmas com grande fluxo de caixa. O gestor tenderia a maximizar sua utilidade, seu poder e suas mordomias, e deixaria em segundo plano os interesses do acionista, o qual gostaria de maximizar o valor da firma.

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