Marketing para arquitetos, linha zero

Muitos escritórios de arquitetura, urbanismo e design que entram em contato conosco pedem informações sobre “como fazer marketing “. Aprofundando a conversa, logo percebemos que o desejo é, na verdade, saber como construir planos de comunicação e estratégias de captação de novos clientes. Falaremos sobre isso por aqui em breve, mas antes é importante deixar claro o que é marketing de fato, até porque essas empresas já investem (e muito!) em ferramentas de marketing e nem percebem.

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O que é economia de escala, economia de escopo e curva de aprendizagem

economia de escala em determinado processo de produção (de bem ou serviço) quando, em determinada faixa de volume de produção, os custos médios são menores.

Já a economia de escopo existe quando a empresa economiza à medida que amplia a variedade de produtos oferecidos (bens produzidos ou serviços prestados). Continuar lendo

ACHE UM ARQUITETO: Novo serviço para quem vai construir ou reformar

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/BR), desde sua fundação, disponibiliza uma página de busca de arquitetos e urbanistas a partir de qualquer dado (nome, CPF ou registro no CAU), verificando se são arquitetos e urbanistas ou empresas registrados regularmente. Trata-se de uma obrigação legal do CAU.

O mesmo conselho também encomendou pesquisa ao DataFolha em 2015, a qual revelou que 73% das contratações de arquitetos e urbanistas são feitas por indicação, e apenas 8% dos clientes buscam os profissionais na internet.

Para otimizar este canal, o CAU ampliou o serviço de busca e criou o Ache um Arquiteto, sistema que disponibiliza sem custos informações adicionais sobre os arquitetos e urbanistas registrados no CAU. Se você for profissional da arquitetura e urbanismo, cadastre suas informações de contato e imagens de trabalho para divulgação em todo o Brasil. Continuar lendo

A Teoria de Pecking Order na estrutura de capital das incorporadoras brasileiras

 

Cheguei agora onde eu queria. Os posts anteriores sobre a proposição de irrelevância, trade-off e teoria da agência foram necessários para o entendimento da Teoria de Pecking Order (ou teoria da hierarquia de preferência, numa tradução livre).

A famosa pesquisa de Myers e Majluf, de 1984, colocam a questão da assimetria de informações: os gestores possuem mais informações sobre a magnitude dos investimentos, o retorno de cada investimento e outras características da firma que os investidores externos. Assim, os gestores prefeririam emitir ações quando os preços estão sobrevalorizados. Como os investidores sabem disto, exigiriam um desconto para comprá-las. Os gestores dariam, então, preferência a outras formas de financiamento, como o endividamento. Myers, em outro trabalho, sugere que as empresas seguem uma ordem de preferência para seu financiamento (pecking order). A sequência de preferência seria pelos recursos próprios (lucros retidos), seguido pela dívida de baixo risco, dívida de alto risco e, por fim, a emissão de ações.

Bulan e Yan, em 2010, estudaram a proposição do pecking order em função do ciclo de vida da firma e identificaram que Continuar lendo

A Teoria da Agência na estrutura de capital das empresas

A Teoria da Agência se preocupa com os problemas decorrentes da separação entre propriedade e controle. Segundo esta teoria, o gestor (agente) agiria de acordo com seus interesses e incentivos, que estão muitas vezes em conflito com os interesses dos acionistas (principal), especialmente com relação à emissão de ações e ao tamanho ótimo da firma. Estes conflitos seriam especialmente severos em firmas com grande fluxo de caixa. O gestor tenderia a maximizar sua utilidade, seu poder e suas mordomias, e deixaria em segundo plano os interesses do acionista, o qual gostaria de maximizar o valor da firma.

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Princípios da administração, de Henri Fayol (1841-1925)

Vale a pena lembrar.

1. Divisão do trabalho: dividir em tarefas especializadas para indivíduos específicos.
2. Autoridade e responsabilidade: poder de dar ordens e dever de prestar contas.
3. Disciplina: tornar as expectativas claras para poder punir as violações.
4. Unidade de comando: cada agente, para realizar cada ação, só pode receber ordens de um único gestor.
5. Unidade de direção: esforços de todos devem ser convergentes para os objetivos da organização.
6. Subordinação do interesse particular ao interesse geral.
7. Remuneração justa do pessoal. Continuar lendo

Empresas latino-americanas – Paulo Feldmann

Responda rápido: quais montadoras de automóveis estão no Chile? Quais são as maiores cidades do Uruguai? Qual o produto mais representativo do PIB da Colômbia? Difícil, certo? A verdade é que conhecemos pouco de nossos vizinhos. Talvez seja mais fácil responder quais montadoras estão em Portugal, as maiores cidades do Japão e os produtos mais representativos do PIB italiano.

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