FII de tijolo ou ação de incorporadora imobiliária?

Existem duas principais formas de se obter rendimentos de um ativo: a valorização do principal (bond) e rendimentos periódicos decorrentes (yield).

No primeiro caso, o investidor adquire um ativo com potencial de valorização (por exemplo, um terreno urbano em área de valorização iminente) e fica com o capital imobilizado até a venda. Na segunda alternativa, o ativo gera receitas recorrentes a seu detentor (como comprar um imóvel para alugar). E também existe a possibilidade de se beneficiar de ambos, vendendo o ativo que gera yield ao final de certo período de tempo.

Essa distinção é essencial para se compreender a diferença entre os fundos de investimentos imobiliários que investem diretamente em edificações (FII de tijolo) e as ações de incorporadoras imobiliárias que trabalham principalmente com a venda (alienação) de unidades imobiliárias (como apartamentos, salas comerciais, terrenos em condomínio fechado, etc.).

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Tesouro Direto e o risco fiscal atual

A taxa SELIC costuma ser muito lembrada pelo aspecto de controle monetário, em especial quando aumenta a restrição de moeda (elevação da taxa). Porém, a mesma taxa também tem um papel fiscal muito importante: indica o grau de atratividade ao investidor para o financiamento do tesouro público. A um determinado nível de risco, o investidor observa a taxa de remuneração de seu capital para decidir se empresta ou não aos cofres públicos. Inclua nesse “ risco” principalmente a probabilidade de calote dos títulos públicos (default da economia). Continuar lendo Tesouro Direto e o risco fiscal atual

Livros voltam a estar disponíveis pelo MercadoLivre

A venda de livros pelo MercadoLivre também está de volta!

Agora você já pode voltar a solicitar livros físicos (em papel) pela plataforma para todo o território nacional.

Expectativa de Selic sobe para 13%

A ata da última reunião do Copom (15 e 16/3/22) foi inequívoca: a inflação continua surpreendendo negativamente. Relatório Focus do Banco Central divulgado hoje mostra expectativa de mercado em alta para o IPCA (6,59%, 0,14 pontos percentuais de elevação em uma semana).

Com isso, o mercado já projeta nova elevação de expectativa da taxa Selic para 2022, agora em 13%, o significa nova alta semanal de 0,25 pontos percentuais. Continuar lendo Expectativa de Selic sobe para 13%

Datas das próximas reuniões do COPOM para definição da taxa SELIC

Hoje se inicia nova reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM), a qual definirá a taxa de juro básica de nossa economia que estabelece a rentabilidade dos títulos públicos, a taxa SELIC.

Neste momento histórico, as reuniões voltaram ao radar dos brasileiros por seu sabor de remédio amargo: num cenário de estagnação econômica aliada à aceleração das taxas de inflação, o aumento da SELIC retrai a atividade econômica para conter a inflação, mas tem também o efeito colateral de estagnar mais ainda a economia no curto prazo – a receita de Paul Volcker continua sendo a mais recomendada. Continuar lendo Datas das próximas reuniões do COPOM para definição da taxa SELIC