O que é plano de negócios?

O plano de negócios (business plan) é um documento estratégico que demonstra a viabilidade de um empreendimento explicando como os desafios estratégicos, de mercado, financeiros, de marketing, de pessoas e operacionais serão enfrentados.

Por ser estratégico, o plano de negócios não detalha questões operacionais, principalmente quando houver maior padronização neste aspecto. As únicas questões operacionais abordadas serão aquelas amplas, de impacto estratégico ou nos demais aspectos do negócio. Continue lendo “O que é plano de negócios?”

O que é análise Value for Money

Value for Money é a forma como se avalia quantitativamente a capacidade de um determinado projeto produzir ganhos econômico-financeiros, em geral de forma comparativa a uma hipótese alternativa de investimento. Continue lendo “O que é análise Value for Money”

Qual é a diferença entre RIDE e Região Metropolitana?

Região Metropolitana é uma área de aglomeração urbana caracterizada pela densidade demográfica elevada e existência de um núcleo urbano central de forte influência em relação às cidades vizinhas. Em geral, são manchas de cidades conturbadas (já não apresentam limites físicos visíveis entre si) que partilham diversos componentes, equipamentos e infraestrutura. As regiões metropolitanas são oficializadas por lei. São regiões de grande importância econômica e política para o país, e influenciam extensas porções de território adjacentes. Exemplos de regiões metropolitanas, em ordem decrescente de população [1], são:

  • São Paulo (21,2 milhões de habitantes)
  • Rio de Janeiro (12,3 mi)
  • Belo Horizonte (5,8 mi)
  • Brasília (4,2 mi)
  • Porto Alegre (4,2 mi)
  • Recife (4 mi)
  • Fortaleza (4 mi)
  • Salvador (3,9 mi)
  • Curitiba (3,5 mi)
  • Campinas (3,1 mi)
  • Manaus (2,5 mi)
  • Vale do Paraíba (2,4 mi)
  • Goiânia (2,4 mi)
  • Belém (2,4 mi)
  • Sorocaba (2 mi)
  • Vitória (1,9 mi)
  • Baixada Santista (1,8 mi)
  • Ribeirão Preto (1,6 mi)
  • Natal (1,5 mi)
  • São Luís (1,5 mi). Continue lendo “Qual é a diferença entre RIDE e Região Metropolitana?”

A hora e a vez dos fundos imobiliários

Os fundos de investimento imobiliário (FII) estão se popularizando numa velocidade impressionante: de aproximadamente 10 mil investidores em janeiro de 2010, saltamos para mais de 285.000 em 2019 (um crescimento superior a 2.700%!). Além disso, o momento de maior evolução é justamente o atual: não é incomum termos aumento do número de investidores superior a 13% ao mês (sim, é um ritmo de crescimento superior ao da economia chinesa). Hoje existem 173 FIIs listados na bolsa brasileira (B3), cujo valor de mercado pulou de R$ 25 bilhões em 2015 para R$ 54 bilhões (fevereiro de 2019) [1].

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Evolução do número de investidores em maio de 2019. Fonte: fiis.com.br / B3

Mas por que tanta gente está buscando esse tipo de investimento? O que há de tão atraente nos fundos imobiliários? E por que essas mesmas pessoas estão retirando seu dinheiro de outros tipos de investimento que eram interessantes até pouco tempo atrás? Continue lendo “A hora e a vez dos fundos imobiliários”

O que é Parceria Público-Privada (PPP)

A Parceria Público-Privada, ou simplesmente PPP, é um contrato de Concessão pelo qual o ente estatal delega à iniciativa privada a prestação de um serviço público: a construção, financiamento, operação e manutenção de um projeto de infraestrutura. Numa PPP, os padrões mínimos de qualidade e desempenho são pré-estabelecidos em contrato, conforme determina a Lei Federal 11.079/04. Continue lendo “O que é Parceria Público-Privada (PPP)”

O que são derivativos

Derivativos são ativos ou instrumentos financeiros criados com a finalidade de limitar riscos de flutuações inesperadas de preços de mercado. Assim, seu preço deriva do preço de outro ativo ou instrumento de referência. Os principais usos dos derivativos são:

  1. Ganho especulativo
  2. Hedge (proteção)

O mercado de derivativos é um de liquidação futura e segmentado em:

a. Mercado a termo
b. Mercado futuro
c. Mercado de opções
d. Swap

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Os fundos de investimentos

Os fundos de investimentos são regulados no Brasil pela Instrução Normativa CVM 555/14 e permitem que ativos de maior valor ou com barreiras à entrada sejam divididos em cotas. Isso traz vantagens ao pequeno investidor:

  1. Diversificação de portfólio
  2. Permite o investimento em ativos de altos valores unitários, como imóveis
  3. Acesso a ativos de precificação complexa, como derivativos
  4. Participação em operações interfinanceiras (mercado interbancário)
  5. Participação em investimentos com a ajuda de gestores profissionais especializados

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