A redução do compulsório e o mercado imobiliário

Todo Banco Central que se preze limita a alavancagem bancária (volume de recursos de terceiros em relação aos recursos próprios). A limitação é feita com diversos instrumentos que servem também à política monetária, porque os bancos são multiplicadores de moeda na economia. Um desses instrumentos é aplicado ao seu rico dinheirinho que sobrou na poupança (e não me diga que você não está aproveitando os belos retornos de LCI e Tesouro com risco inferior ao da poupança…).

Funciona assim: o governo exige que uma parte dos depósitos em poupança fique bloqueado na conta movimento do banco no Bacen. O resto, o banco pode emprestar e ganhar o seu lucro na diferença, o spread. Esse bloqueio é chamado depósito compulsório, e reduz a multiplicação da moeda pelo sistema bancário. O que sobra, pode ser Continuar lendo A redução do compulsório e o mercado imobiliário

Edifício Altino Arantes, São Paulo – SP

IMG_0175

A arquitetura como fortalecimento de marca: Edifício Altino Arantes, no centro de São Paulo, SP. Mas você o conhece por outro nome, certo?

Quais áreas entram no quadro NBR 12721?

A função dos quadros de áreas e cálculo de área equivalente pela NBR 12721 é evidenciar o custo do empreendimento. Toda a área que teve custo de execução perceptível entra no quadro. Mas não entra em Continuar lendo Quais áreas entram no quadro NBR 12721?

Por que os projetos do Minha Casa Minha Vida são tão ruins?

O programa habitacional do governo federal não analisa a qualidade dos projetos, apenas outros aspectos burocráticos. Portanto, um projeto ruim, se atender a uma série de entrega de documentos, é aceito. Além disso, a baixa qualidade de projeto é institucionalizada: vários documentos e páginas oficiais na internet mostram conjuntos sem qualquer preocupação quanto à extrema repetitividade de edifícios genéricos, como que Continuar lendo Por que os projetos do Minha Casa Minha Vida são tão ruins?

Onde obter recursos para sua empresa (sem apelar para o banco)

Do mais simples para o mais complexo:

1. Família (family money): quando pais, irmãos, amigos, filhos, avós, etc investem na sua empresa. Os recursos costumam ser baixos e acabar logo.

2. Anjos (angel capital): são pessoas físicas ou pequenos grupos de pessoas com experiência em finanças que se interessam em investir em projetos nascentes. Os valores podem chegar a R$ 1 milhão.

3. Fundos semente (seed): fundos públicos ou privados que investem em novos empreendimentos. A análise do plano de negócios passa a ser um pouco mais rigorosa neste nível, boas oportunidades para quem tem bons projetos. Ajudam a preparar a empresa para crescer. Podem chegar a R$ 5 milhões. Continuar lendo Onde obter recursos para sua empresa (sem apelar para o banco)