Competitividade e as cidades em 2020: Mogi das Cruzes

Cada vez mais cidades brasileiras acordam para a nova realidade competitiva municipal, e passam a se movimentar ativamente em busca dos melhores recursos, pessoas e qualidade de vida. Veja, como exemplo, que Mori das Cruzes investiu em anúncio de página inteira na revista Exame para informar sua intenção competitiva institucional.

Mori das Cruzes anuncia na revista Exame

Mori das Cruzes anuncia na revista Exame

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Olá!

Mais uma vez escrevo para agradecer, mas desta vez é pelo acumulado de 9 anos e 9 meses (isso mesmo, completaremos 10 anos de existência do blog daqui a três meses). Acabamos de atingir a incrível marca de 1 milhão de visualizações! É uma grande felicidade e satisfação ver nosso trabalho ajudando a construir o futuro.

E isto só nos motiva a continuar o trabalho a cada dia, semana, mês, ano… década. Participe nos ajudando a conhecer suas necessidades para que possamos ajudar melhor.

E vamos para o segundo milhão.

Um forte abraço,

Ricardo Trevisan

O campeão cresceu!

Nosso livro mais vendido ganha uma segunda edição com o dobro de material e muito mais assuntos, já disponível em versão digital. A versão em papel será disponibilizada em breve, conforme disponibilizado em nossa página de Livros Publicados.

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Esta segunda edição do livro mais vendido sobre o assunto traz, além de todo o material original revisado e ampliado, conceitos de criação de valor econômico, como EVA, MVA, Goodwill, métricas de aferição por fluxo de caixa, e apresenta o conceito de Project Finance e a norma técnica brasileira (ABNT NBR) pertinente. Continuar lendo

O que é securitização?

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Securitização significa a transformação de um ativo (por exemplo, valores a receber) em títulos – em inglês, securities.

A vantagem da securitização para o emissor é a possibilidade de repassar a dívida para outros, reduzindo seu ciclo financeiro, ou ciclo de caixa. Para o adquirente desses títulos em mercado aberto, a vantagem é a diluição do risco individual em muitos títulos individuais, permitindo a formação de uma carteira de risco calculável. E, para a macroeconomia, a vantagem global é a ampliação das fontes de financiamento para crédito (funding).

O mercado imobiliário brasileiro, em especial, depende basicamente do financiamento habitacional, seu maior volume financeiro. O crédito imobiliário tem hoje as seguintes fontes de financiamento:

  • Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos: 45%
  • Fundo de Garantia por Tempo de Serviço do trabalhador: 31%
  • Letras de Crédito Imobiliário: 18%
  • Certificados de Recebíveis Imobiliários: 6%

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Edição extra: mercado imobiliário em recuperação

O mercado imobiliário brasileiro tem apresentado, nas últimas semanas, consistentes sinais de recuperação de demanda. Vários indicadores apontam para aceleração da procura por imóveis residenciais. Continuar lendo

Novidades às terças

Quem acompanha o blog já deve ter percebido algumas novidades. Uma delas é que agora você recebe novidades às terças-feiras pela manhã. Como parte de nossos esforços em lhe entregar o melhor conteúdo com a melhor qualidade, agora você sabe também quando isso vai ocorrer. E nossa meta não é a quantidade, e sim a qualidade.

Por isso, se numa semana não tiver novidades na terça, é porque não ficamos satisfeitos com o que produzimos na semana, e preferimos adiar uma semana a publicação para atender aos requisitos de qualidade esperada por você.

Além disso, agora você tem acesso a novas páginas na barra superior. Uma delas é a dos cursos que pretendemos lançar em breve. E queremos que alguns deles sejam 100% gratuitos. E, para nos ajudar nisso, pedimos apenas que você responda a nossa pesquisa sobre quais são, dentre os que tratamos aqui, assuntos de seu interesse.

Custo de capital total (WACC)

Encerraremos aqui a série de 4 artigos sobre o custo de capital:

  1. O que é coeficiente de correlação?
  2. O que é Beta?
  3. Custo de capital próprio (CAPM)
  4. Custo de capital total (WACC)

Sempre que falamos de fluxo de caixa descontado (FCD), a taxa de desconto a ser aplicada será o custo de oportunidade do projeto, empreendimento ou empresa, dependendo do caso. E o custo de oportunidade do capital, nada mais é que o seu custo financeiro.

Agora que você já entendeu como é calculado o custo de capital próprio, falta apenas considerar o custo do capital de terceiros (passivo oneroso, aquele que exige pagamento de juros) para descobrir o custo de capital de todo o investimento responsável pelo fluxo de caixa. Este cálculo é essencial a três dos principais assuntos tratados neste blog:

  • Viabilidade econômica de empreendimentos imobiliários (incorporação imobiliária)
  • Gestão de empresas de arquitetura, engenharia e design
  • Avaliação econômica de imóveis (método da capitalização da renda, parte 4 da NBR 14.653)

O custo de capital total é calculado pelo custo médio ponderado de capital (em inglês, Weighted Average Cost of Capital – WACC). Este custo é calculado considerando o benefício fiscal do capital de terceiros. Este benefício decorre da dedutibilidade fiscal do pagamento de juros sobre as dívidas (o que não ocorre com o capital próprio):

Custo de capital de terceiros = rKT x (1 – Tc)

Onde:

rKT:      taxa paga pelo uso de capital de terceiros
Tc:         alíquota de tributos sobre a renda da empresa

Tendo isto em mente, o custo de oportunidade de uma empresa alavancada, calculada através do WACC, será: Continuar lendo