Como lidar com o tombamento em empreendimentos imobiliários

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Muitos investidores e incorporadores imobiliários ainda não adquiriram o saudável hábito de consultar os conselhos de proteção ao patrimônio histórico e cultural antes de fechar negócios e começar a aportar recursos nos empreendimentos. O resultado disso é que, eventualmente, podem acabar sendo surpreendidos por dispositivos legais que afetam o negócio – em casos extremos, levam até à sua inviabilidade.

Isso acontece por uma série de crenças incorretas e desinformação. Nosso propósito é esclarecer algumas delas aqui. Vejamos algumas crenças comuns a respeito:

Imóvel tombado é antigo e, em geral, protegido por causa de sua beleza”
Falso. Os motivos do tombamento de um bem constam em seu parecer de tombamento, e são relativos ao valor cultural que possui para uma determinada comunidade. Assim sendo, um imóvel que tenha importância para uma cidade, por exemplo, pode vir a ser tombado, mesmo que seja novo e não tenha valor estético para a proteção.

“Imóvel tombado não paga IPTU”
Falso. Apesar de alguns municípios usarem este tipo de incentivo à proteção, não existe nenhuma regra vinculante entre tombamento e tratamento tributário.

“Quem faz o tombamento é o IPHAN, este é o órgão que preciso consultar”
Incompleto. O IPHAN é responsável pelo patrimônio cultural na esfera federal, mas também existem conselhos de proteção em níveis subnacionais (estaduais e municipais). Não existe nenhum tipo de dependência ou vinculação entre eles, um bem pode ser tombado apenas em nível municipal, por exemplo. Continuar lendo Como lidar com o tombamento em empreendimentos imobiliários

Concorrência na análise estratégica

É necessário saber em que tipo de mercado estamos inseridos, sendo que estes variam entre mercados concentrados (com poucos jogadores) e não-concentrados. Estruturas de mercado é uma forma de descrevê-lo em termos de número de competidores e sua distribuição. Uma das medidas mais comuns para a estrutura de mercado é o coeficiente de concentração de N empresas (participação conjunta das N maiores empresas atuantes no mercado). Exemplo: um determinado mercado em que as quatro principais empresas tenham uma participação conjunta de 0,90 (90%). Para este cálculo, costuma-se utilizar a receita de vendas, mas também podem ser utilizados outras variáveis (como a capacidade de produção, por exemplo). Continuar lendo Concorrência na análise estratégica

Produzo ou terceirizo?

Uma das primeiras decisões que a empresa precisa tomar a respeito de qualquer atividade é se vai produzir (ela própria executar) ou comprar (terceirizar, quando dependeria de outra empresa independente para executar a atividade, talvez sob contrato).

Entretanto, estes são dois extremos de um continuum de possibilidades de integração vertical, onde há, entre os extremos, algumas possibilidades intermediárias: vizinho a “produzir”, existe a possibilidade de delegar parte ou toda a produção a subsidiárias; e vizinho a “comprar”, empresas de mercado podem unir interesses contratualmente por vários anos; e, no centro, estão as joint ventures e alianças estratégicas, onde duas ou mais empresas criam uma entidade independente formada por recursos de ambas.

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O que é economia de escala, economia de escopo e curva de aprendizagem

economia de escala em determinado processo de produção (de bem ou serviço) quando, em determinada faixa de volume de produção, os custos médios são menores.

Já a economia de escopo existe quando a empresa economiza à medida que amplia a variedade de produtos oferecidos (bens produzidos ou serviços prestados). Continuar lendo O que é economia de escala, economia de escopo e curva de aprendizagem

O nível de produção ótimo de sua empresa

Toda empresa tem pelo menos um ponto de produção ótimo, ou seja, aquele que apresenta a melhor relação entre resultados entregues e recursos consumidos. Vamos hoje apresentar a visão da economia da estratégia para este assunto.

Lembrando que a palavra marginais se refere às taxas de mudança (o quanto muda uma variável por mudança de uma unidade produzida), considere as seguintes relações entre receita marginal (RM), custo marginal (CM) e a variação na produção (∆Q):

Mudança na Receita Total = RM x ∆Q

Mudança no Custo Total = CM x ∆Q

Mudança no Lucro Total = (RM – CM) x ∆Q

Se o objetivo da empresa for a maximização dos lucros, ele deveria seguir as seguintes recomendações: Continuar lendo O nível de produção ótimo de sua empresa