A construção do futuro invisível

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Quem eventualmente pensa que a computação nasceu junto com os computadores modernos do século XX, se engana. A programação como um algoritmo em linguagem real de programação (atuais exemplos poderiam ser C++, Pascal, Java, Visual Basic, etc.), ou seja, uma sequência de instruções bem definidas, é muito mais antiga, sendo uma das pioneiras ocidentais o algoritmo de Euclides, na Grécia Antiga.

Da mesma forma, a criptografia, atualmente utilizada para protocolos de segurança na internet, veio bem antes do primeiro computador elétrico surgir. O Império Romano já se utilizava de códigos criptografados para a transmissão segura de mensagens, protegendo seu conteúdo caso caíssem em mãos inimigas, pois os mensageiros desconheciam seus protocolos de decodificação. Outro exemplo clássico de uso da criptografia é o da Alemanha na II Guerra Mundial, com o Enigma. Continuar lendo A construção do futuro invisível

VI SBQP 2019: como foi

Olá, pessoal. Estou neste momento voltando para casa depois de três intensos dias de trabalho no VI Simpósio Brasileiro de Qualidade do Projeto no Ambiente Construído, realizado em Uberlândia entre 30/10 e 01/11 deste ano. Não sei mais dizer de quantos congressos e seminários já participei na vida, mas dois deles serão inesquecíveis: UPAV 2016 no Rio de Janeiro pela altíssima qualidade das discussões sobre aspectos macroeconômicos para o mercado imobiliário; e este SBQP pela altíssimo grau de profundidade e qualidade atingido nas discussões sobre a qualidade do projeto (seja em termos de project ou de design). Parabéns aos organizadores, foi fantástico. Uma honra para mim poder ter feito parte do evento.

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Adeus, notebook?

Talvez estejamos vivendo um novo momento tecnológico que marca o fim do auge dos computadores portáteis (os notebooks). Durante os anos 1990 vimos o ambiente corporativo absorver os computadores de mesa (desktops). Os anos 2000 vieram com a internet de amplo acesso, e mais ao final daquela década e durante a década seguinte (de 2010) vimos a popularização dos notebooks, que se tornaram mais leves e portáteis. Visitando a cidade de Nova York em maio do presente ano de 2019, observei que o mercado norte-americano de TI mudou bastante em pouco mais de 4 anos (estive por lá no final de 2014 pela última vez). A anterior onipresença de notebooks em cafés, ruas e transporte público foi substituída por uma invasão de tablets para fins profissionais.

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O campeão cresceu!

Nosso livro mais vendido ganha uma segunda edição com o dobro de material e muito mais assuntos, já disponível em versão digital. A versão em papel será disponibilizada em breve, conforme disponibilizado em nossa página de Livros Publicados.

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Esta segunda edição do livro mais vendido sobre o assunto traz, além de todo o material original revisado e ampliado, conceitos de criação de valor econômico, como EVA, MVA, Goodwill, métricas de aferição por fluxo de caixa, e apresenta o conceito de Project Finance e a norma técnica brasileira (ABNT NBR) pertinente. Continuar lendo O campeão cresceu!

6 ferramentas essenciais que os urbanistas desconhecem

Os cursos superiores de arquitetura e urbanismo exibem em seus currículos significativa carga horária em disciplinas de “planejamento urbano” – que deveria ser a espinha dorsal de conhecimento técnico em urbanismo, o mesmo do título profissional.

Entretanto, o que vemos hoje de forma generalizada, é uma forte limitação às teorias, história e projetos de urbanização, e praticamente nada referente ao planejamento em si.

O substantivo masculino, numa rápida pesquisa digital, retorna os sentidos de a) serviço de preparação de um trabalho, de uma tarefa, com o estabelecimento de métodos convenientes; planificação, e b) determinação de um conjunto de procedimentos, de ações (por uma empresa, um órgão do governo etc.), visando à realização de determinado projeto; planificação.

O que se tem visto nos órgãos públicos de planejamento urbano, quando estes recebem profissionais técnicos da área, é a completa ausência justamente de método, de procedimentos, de orientação para ações e de planificação. O que se vê é muito conhecimento teórico, um imenso e qualificado repertório, muita vontade de transformar a triste realidade urbana nacional, ótimos projetistas e nenhum palpite sobre metodologias de planejamento ou mesmo de trabalho.

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Em minha experiência pessoal, após viver um momento assim, decidi explorar outra área do conhecimento –  a administração – crente de que não encontraria nada relacionado a arquitetura e muito menos ao urbanismo por ali. Mas, para minha surpresa, encontrei (entre outras coisas muito interessantes ao arquiteto) as ferramentas que me faltavam ao planejamento urbano, porque a gestão de negócios usa tudo o que pode (e mais um pouco) de planejamento e controle do que você puder imaginar. O mais curioso é que quando algum assunto se aproxima de nossa área, como por exemplo em estudos de economia espacial, eles param e dizem que quem faz o resto são os urbanistas.

E deveríamos mesmo.

Veja algumas dessas ferramentas essenciais ao urbanista, que todos deveriam conhecer:

 

I. Usar direito planilhas eletrônicas

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