Quanto custa cada etapa da obra de uma casa?

A construção de uma residência unifamiliar tipo casa tem custos que variam principalmente em função de três elementos:

  • Área construída
  • Padrão de acabamento
  • Complexidade do projeto ou de sistemas construtivos

Ainda assim, cada etapa da obra tem uma incidência mais ou menos estável sobre o custo total, desde que a arquitetura se utilize de sistemas construtivos convencionais e o projeto não tenha nenhuma característica incomum. Estas incidências normais serão:

  1. Projetos e aprovações: 5 a 12%
  2. Serviços preliminares e canteiro de obras: 2 a 4%
  3. Movimento de terra: 0 a 3%
  4. Fundações: 3 a 7%
  5. Estrutura: 14 a 25%
  6. Alvenaria: 3 a 6%
  7. Cobertura: 5 a 10%
  8. Instalações hidráulicas e sanitárias: 7 a 11%
  9. Instalações elétricas: 5 a 7%
  10. Impermeabilização: 2 a 4%
  11. Esquadrias: 4 a 10%
  12. Revestimentos e acabamentos: 15 a 32%
  13. Vidros: 1 a 3%
  14. Pintura: 4 a 6%
  15. Serviços complementares e ligações definitivas: 0,5 a 1%

Mais algumas dicas:

O mínimo de projetos necessários será: projeto legal (de aprovação na prefeitura) e projeto de arquitetura (incluindo a Continuar lendo Quanto custa cada etapa da obra de uma casa?

Dica para projetos de telhados de edifícios residenciais

Existe um problema recorrente em telhados de edifícios residenciais. Eu o vejo todos os dias, nos mais variados empreendimentos. Ele nasce no projeto de arquitetura, quando é definido o desenho básico das águas do telhado. Pela natureza do projeto do andar tipo, o perímetro do edifício costuma ser recortado, com balanços e reentrâncias.

Até aqui, nenhum problema. Ele surge apenas quando, por questões culturais, reminiscências dos telhados de casas em duas ou quatro águas, o projeto de arquitetura tenta reproduzir este modelo na cobertura do edifício, jogando as águas para a periferia recortada. Por consequência, a calha também fica toda recortada, cheia de curvas a 90 graus. Seja ela em metal ou na alvenaria impermeabilizada, o risco de falha de estanqueidade nessas curvas é elevado. E essas curvas estão, pela natureza da planta tipo convencional, sobre os dormitórios. Outro problema criado pelo próprio projeto é a passagem dos tubos de queda, que acabam se utilizando dos shafts de banheiros para conduzir as águas de chuvas. Isso reduz o espaço útil para a tubulação de coleta das próprias unidades e dificulta uma eventual manutenção.

Problema colocado, agora vou dar uma sugestão para resolvê-lo: Continuar lendo Dica para projetos de telhados de edifícios residenciais

Capacidade efetiva da via e acesso a condomínios fechados

A capacidade efetiva da via é dada por:

CEfV = 525 x N x B (veículos por hora)

N: número de faixas
B: largura da faixa (em metros)

Para o acesso de condomínios, calcule o horário de pico como o total estimado do número de veículos dividido por 2 horas.

Exemplo: um condomínio horizontal com 800 casas, com uma estimativa de 3 automóveis por unidade (alto Continuar lendo Capacidade efetiva da via e acesso a condomínios fechados

Como fazer uma lareira que aqueça sem retornar fumaça

O dimensionamento da lareira é essencial para que ela funcione corretamente. Ou seja, aqueça o ambiente sem retorno de fumaça. Então lá vai o roteiro:

Boca de fogo (abertura livre da lareira) deve ter altura variando de 67% a 75% da largura.

A mesma altura da boca de fogo deve ficar entre 1/40 e 1/70 da área do cômodo a ser aquecido.

A profundidade livre da lareira deve ficar entre Continuar lendo Como fazer uma lareira que aqueça sem retornar fumaça

VBA™ para Excel™ 14: vetores e matrizes

(ver o anterior)

Finalmente chegamos ao nosso último post da série sobre VBA para Excel. Hoje falaremos sobre variáveis com mais de uma dimensão: vetores (composto linear de dados do mesmo tipo) e matrizes (composto bidimensional de dados do mesmo tipo). Um vetor é um conjunto de dados em sequência. O tamanho do vetor é o número de dados armazenados, e é definido da seguinte forma: Continuar lendo VBA™ para Excel™ 14: vetores e matrizes