[e] O que foi o movimento da administração científica?

Frederick Winslow Taylor, nome mais destacado deste movimento, ingressou na Midvale Steel em 1878, onde observou problemas das operações fabris (presentes em várias organizações até os dias de hoje), como: falta de divisão clara da divisão de responsabilidades da administração com o trabalhador; ausência de incentivos para melhorar o desempenho; trabalhadores não cumprindo com suas responsabilidades; decisões baseadas em intuição e palpite; falta de integração entre departamentos; operários despreparados para execução de tarefas exigidas; ignorância sobre os benefícios da excelência de desempenho, conflitos entre capatazes e empregados sobre o volume de produção.

A partir de suas observações, desenvolveu um sistema de administração de tarefas que mais tarde ficou conhecido como sistema Taylor, taylorismo e, depois, administração científica. O principal motivo do estudo dos tempos foi a busca da precisão para definir o valor dos salários. Posteriormente, percebeu-se seu valor intrínseco de permitir o aprimoramento do trabalho operacional através da racionalização de movimentos.
Na segunda fase do movimento, a ênfase se desloca da produtividade do trabalhador para o aprimoramento dos métodos de trabalho. Naquele momento, Taylor apresentou seus princípios da administração de uma empresa:

  1. Seleção e treinamento de pessoal
  2. Salários altos e custos baixos de produção
  3. Identificação da melhor maneira de executar tarefas
  4. Cooperação entre administração e trabalhadores

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[e]

Olá! Hoje começamos uma nova série de textos sobre empreendedorismo, identificada por um [e] antes do título (como neste). Apesar de muito se falar sobre o assunto, em nosso ramo de atividade ainda ensaiamos o empreendedorismo profissional, pouco utilizamos das mais recentes técnicas e tecnologias que estão revolucionando o mundo, como a preparação para a transformação digital, o Scrum para conduzir projetos, o Canvas para idealizar o negócio ou a estratégia do Oceano Azul ao observar a concorrência. Continuar lendo [e]

Próximo workshop: Empreendedorismo para arquitetos

Próximo Workshop

Empreendedorismo para arquitetos

Local: Sindicato dos Arquitetos de São Paulo
Rua Araújo, 216

Dia 18 de julho de 2018, às 19h
Investimento: R$ 50

Maiores informações pelo telefone
11 98456-3664

O que é o Levantamento de Indícios de Contaminação da Febraban (LIC)?

Existem três etapas básicas em áreas com suspeitas de contaminação para a aceitação de garantias bancárias:

  1. Levantamento de Indícios de Contaminação (LIC), realizada pelo próprio engenheiro ou arquiteto que faz a vistoria de avaliação (download aqui)
  2. Avaliação Preliminar, feita por empresa especializada
  3. Investigação Confirmatória, também realizada por empresa especializada

O único estado brasileiro com normas específicas e mais restritas sobre o assunto é São Paulo. Os demais obedecem apenas à legislação federal, em especial à Resolução Conama 420.

O Banco Central, através da Resolução 4.327/2014 exigiu que os bancos fizessem a gestão de risco socioambiental. Esta determinação teve resposta na autorregulação bancária através da FEBRABAN, que publicou a SARB 14/2014, a qual define como será feita a identificação preliminar de riscos de contaminação em imóveis oferecidos para garantia de crédito.

Durante a primeira vistoria ao imóvel urbano, o avaliador (arquiteto ou engenheiro civil) que identificar possíveis indícios de contaminação deve preencher um formulário de Levantamento de Indícios de Contaminação (LIC). Este formulário não é um estudo ambiental, e também não responsabiliza o avaliador por dizer se o imóvel está ou não contaminado. Trata-se apenas de um modelo padronizado de apontar as suspeitas para o banco. Este entendimento foi chancelado pelo Ibape Nacional (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias), o qual participou ativamente do desenvolvimento do LIC. Continuar lendo O que é o Levantamento de Indícios de Contaminação da Febraban (LIC)?

O que é Gestão Arquitetônica

Mohammed Al-Harbi, Stephen Emmit e Peter Deminan definem, num dos trabalhos mais recentes sobre o assunto, a Gestão Arquitetônica (GA) como:

Gerenciamento estratégico da empresa de arquitetura que assegura a efetiva integração entre a gestão dos aspectos de negócios do escritório com seus projetos individuais, de forma a projetar e entregar o melhor valor a todas as partes interessadas.

O conceito não nasceu ontem. O termo gestão arquitetônica (architectural management) surgiu em 1964, como ação de fomento aos arquitetos no sentido de apreciarem e gerirem o lado empresarial da profissão. Desde então, apenas oito tentativas foram feitas de explicitamente definir o termo, cada uma delas propondo uma definição diferente como resultado da metodologia adotada. O resultado foi que diferentes pensamentos, escopos e funções incluídos sob o conceito de gestão arquitetônica.

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