Os fundos de investimentos

Os fundos de investimentos são regulados no Brasil pela Instrução Normativa CVM 555/14 e permitem que ativos de maior valor ou com barreiras à entrada sejam divididos em cotas. Isso traz vantagens ao pequeno investidor:

  1. Diversificação de portfólio
  2. Permite o investimento em ativos de altos valores unitários, como imóveis
  3. Acesso a ativos de precificação complexa, como derivativos
  4. Participação em operações interfinanceiras (mercado interbancário)
  5. Participação em investimentos com a ajuda de gestores profissionais especializados

Continuar lendo

Onde encontrar nossos livros em São Paulo

Agora você encontra alguns de nossos livros físicos na Banca Curva, em São Paulo (SP). O primeiro a ser disponibilizado é Introdução à administração do escritório de arquitetura – já em estoque.

Endereço:

Banca Curva. Rua General Jardim, esquina com Rua Dr. Cesário Mota Junior, Vila Buarque, São Paulo (SP)

Aberta de terça-feira a sábado, sempre no período da tarde.

Proteja seu dinheiro: enquanto aguardamos pelo novo Brasil…

Obviamente estamos num momento de transição que extrapola a esfera política nacional. E será uma transição lenta, ao que as insistências irracionais indicam… Mas não é necessariamente um momento ruim para o investidor. Ainda somos o último peru com farofa do mundo (prestes a deixar de sê-lo), para citar o professor Delfim.

Enquanto aguardamos pelo novo Brasil que, tímido, começa a aparecer aqui e ali, ainda temos uma taxa Selic meta de 14,25% ao ano em títulos de Tesouro Direto acessíveis a qualquer um (com menos de 30 reais você entra na farra). E a reboque vem toda a enorme família italiana do CDI. O risco? Claro, os CDS estão gritando a bagunça fiscal que esse pedaço da América do Sul virou, mas a moratória que vem em nossa direção ainda se confunde com a luz no fim do túnel. Dá tempo de ganhar e sair.

E sair para onde?

Ora, já passamos por situações caricatas nesta terra no passado, estamos apenas mantendo nossa tradição. E recomendo que você olhe como foi o comportamento da Continuar lendo

Instrumentos financeiros

Continuamos agora o assunto que iniciamos em Mercado Financeiro. Os instrumentos financeiros são os ativos negociados, basicamente divididos em:

  1. Instrumentos de dívida: o devedor assume a obrigação fixa de pagamento para o credor. Portanto, a rentabililidade não flutua (daí, renda fixa). São as debêntures, notas promissórias, etc.
  2. Instrumentos de participação: o aplicador de recursos passa a participar dos resultados do negócio financiado. Como os resultados variam (flutuam), a renda acompanha (renda variável). São as ações, opções, mercados futuros, etc.
  3. Intermediários: são as debênturescom limites de remuneração mínima (floor) e máxima (caps).

Os instrumentos são emitidos e lançados ao mercado uma única vez. Quando o aplicador adquire esses instrumentos dessa forma, trata-se de mercado primário. Daí em diante, esses mesmos instrumentos passam Continuar lendo

Proteja seu dinheiro – 16.out.13

Atenção: as informações aqui apresentadas traduzem a visão pessoal do autor, e não possuem nenhuma forma de garantia de retorno ou rentabilidade.

Governo americano aos 44 do segundo tempo para fechar o acordo do teto da dívida. Pouca gente acredita que o acordo não saia até o apito final, mas as apostas em calote em maior prazo começam a aumentar. Fitch já sinaliza possível rebaixamento da nota dos EUA.

Tesouro Direto: fundos de pensão reduziram participação em títulos atrelados à inflação (NTN-B), mas continuam mantendo um bom percentual em carteira. Eles erram pouco. Passaram a comprar mais Continuar lendo

Proteja seu dinheiro – 02.out.13

Atenção: as informações aqui apresentadas traduzem a visão pessoal do autor, e não possuem nenhuma forma de garantia de retorno ou rentabilidade.

Tesouro Direto: títulos prefixados com referência à Selic são as queridinhas da vez, pois o consenso é que estejamos num pico. Fundos de pensão estrangeiros estão comprando LTN. Por períodos mais curtos, títulos que acompanham a Selic (LFT, por exemplo) podem ser boa opção, mas a tendência é de queda. Títulos atrelados à inflação (NTN-B, por exemplo) estão desvalorizados no mercado secundário, mas terão a rentabilidade contratual garantida no vencimento. Quem está comprado nesses títulos não deveria se desfazer deles agora.

Ações: como sempre, o investimento seguro em ações é o de portfolio e a longo prazo (compra de índices, como Ibovespa, IBX, etc., que pode ser feito por ETF ou fundos). Mas há muitas ações desvalorizadas, que podem ter bons ganhos dentro de alguns meses. Prefira empresas sólidas, com bom histórico nos últimos anos. Investimentos especulativos, como os do grupo EBX (OGX, principalmente) foram as que mais destruíram valor e puxaram o Ibovespa para baixo. Muitos analistas estão recomendando mais as empresas que sejam boas pagadoras de dividendos.

Poupança: a recente elevação e estabilização da taxa básica de juros pelo Copom fez com que a poupança voltasse à regra antiga de remuneração (aplicada quando a Selic fica acima de 8,5% a.a.). A regra antiga é de remunerar os depósitos em poupança em TR + 0,5% a.m. Para o longo prazo, a tendência é que a Selic volte a cair e a poupança retorne à regra nova (TR + 70% da Selic). Lembre-se que a poupança tem baixa liquidez da remuneração (só uma vez por mês) e seu risco é atrelado ao risco da instituição em que foi feito o depósito. A vantagem é a isenção de Imposto de Renda. Recomendo para períodos pouco superiores a 1 mês. Continuar lendo