Qual é a diferença entre RIDE e Região Metropolitana?

Região Metropolitana é uma área de aglomeração urbana caracterizada pela densidade demográfica elevada e existência de um núcleo urbano central de forte influência em relação às cidades vizinhas. Em geral, são manchas de cidades conturbadas (já não apresentam limites físicos visíveis entre si) que partilham diversos componentes, equipamentos e infraestrutura. As regiões metropolitanas são oficializadas por lei. São regiões de grande importância econômica e política para o país, e influenciam extensas porções de território adjacentes. Exemplos de regiões metropolitanas, em ordem decrescente de população [1], são:

  • São Paulo (21,2 milhões de habitantes)
  • Rio de Janeiro (12,3 mi)
  • Belo Horizonte (5,8 mi)
  • Brasília (4,2 mi)
  • Porto Alegre (4,2 mi)
  • Recife (4 mi)
  • Fortaleza (4 mi)
  • Salvador (3,9 mi)
  • Curitiba (3,5 mi)
  • Campinas (3,1 mi)
  • Manaus (2,5 mi)
  • Vale do Paraíba (2,4 mi)
  • Goiânia (2,4 mi)
  • Belém (2,4 mi)
  • Sorocaba (2 mi)
  • Vitória (1,9 mi)
  • Baixada Santista (1,8 mi)
  • Ribeirão Preto (1,6 mi)
  • Natal (1,5 mi)
  • São Luís (1,5 mi). Continuar lendo Qual é a diferença entre RIDE e Região Metropolitana?

Principais organismos multilaterais para parcerias público-privadas

As principais instituições financiadoras de projetos de concessões e parcerias público-privadas (PPP), atualmente são: Continuar lendo Principais organismos multilaterais para parcerias público-privadas

Adeus, notebook?

Talvez estejamos vivendo um novo momento tecnológico que marca o fim do auge dos computadores portáteis (os notebooks). Durante os anos 1990 vimos o ambiente corporativo absorver os computadores de mesa (desktops). Os anos 2000 vieram com a internet de amplo acesso, e mais ao final daquela década e durante a década seguinte (de 2010) vimos a popularização dos notebooks, que se tornaram mais leves e portáteis. Visitando a cidade de Nova York em maio do presente ano de 2019, observei que o mercado norte-americano de TI mudou bastante em pouco mais de 4 anos (estive por lá no final de 2014 pela última vez). A anterior onipresença de notebooks em cafés, ruas e transporte público foi substituída por uma invasão de tablets para fins profissionais.

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A hora e a vez dos fundos imobiliários

Os fundos de investimento imobiliário (FII) estão se popularizando numa velocidade impressionante: de aproximadamente 10 mil investidores em janeiro de 2010, saltamos para mais de 285.000 em 2019 (um crescimento superior a 2.700%!). Além disso, o momento de maior evolução é justamente o atual: não é incomum termos aumento do número de investidores superior a 13% ao mês (sim, é um ritmo de crescimento superior ao da economia chinesa). Hoje existem 173 FIIs listados na bolsa brasileira (B3), cujo valor de mercado pulou de R$ 25 bilhões em 2015 para R$ 54 bilhões (fevereiro de 2019) [1].

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Evolução do número de investidores em maio de 2019. Fonte: fiis.com.br / B3

Mas por que tanta gente está buscando esse tipo de investimento? O que há de tão atraente nos fundos imobiliários? E por que essas mesmas pessoas estão retirando seu dinheiro de outros tipos de investimento que eram interessantes até pouco tempo atrás? Continuar lendo A hora e a vez dos fundos imobiliários

O que é Parceria Público-Privada (PPP)

A Parceria Público-Privada, ou simplesmente PPP, é um contrato de Concessão pelo qual o ente estatal delega à iniciativa privada a prestação de um serviço público: a construção, financiamento, operação e manutenção de um projeto de infraestrutura. Numa PPP, os padrões mínimos de qualidade e desempenho são pré-estabelecidos em contrato, conforme determina a Lei Federal 11.079/04. Continuar lendo O que é Parceria Público-Privada (PPP)