Francesa: 36% (16 peças/m2)
Colonial: 30% (24 peças/m2)
Paulista: 30% (24 peças/m2)
Romana: 30% (16 peças/m2)
Portuguesa: 30% (17 peças/m2)
Fibrocimento: 13%
Metálica: 15%
Ecológica: 18%
Continuar lendo Inclinação mínima do telhado por tipo de telha
Francesa: 36% (16 peças/m2)
Colonial: 30% (24 peças/m2)
Paulista: 30% (24 peças/m2)
Romana: 30% (16 peças/m2)
Portuguesa: 30% (17 peças/m2)
Fibrocimento: 13%
Metálica: 15%
Ecológica: 18%
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Quando se fala em reabilitação, recuperação, revitalização ou renovação de centros urbanos, existem diferentes estratégias de intervenção, de acordo com as características de cada caso.
Algumas delas são:
Renovação urbana: quando o existente é demolido e substituído por um outro padrão. Em geral, nestes casos, a ocupação é intensificada e a população original, expulsa do local. Exemplo: Baixa Pombalina, em Lisboa.
Revitalização urbana: tem o objetivo de retomar a vida econômica e social de uma área vista como decadente. Neste caso, a meta é trazer vida a uma área degradada e/ou abandonada. Exemplo: Nova Luz, em São Paulo (SP).
Requalificação urbana: procura integrar melhor a área às necessidades urbanas contemporâneas. Busca aumentar a atratividade e competitividade de uma área urbana. Exemplo: Porto Maravilha, no Rio de Janeiro (RJ), em suas intenções originais.
Conservação integrada: conservação, restauro e outras obras de reabilitação para novas funções. É uma aliança da proteção ao patrimônio construído ao desenvolvimento urbano. Exemplo: Bolonha, 1960.
Reabilitação urbana: a estratégia de gestão urbana procura requalificar a cidade, valorizar potencialidades e melhorar a qualidade de vida mantendo a identidade do lugar. Demanda negociação com a população local, preferencialmente com a participação desta no projeto. Exemplos: Hipercentro de Belo Horizonte (2007), Centro Antigo de Salvador (2010). Continuar lendo Modalidades de reabilitação de centros urbanos
Existem várias formas de se estudar a estratégia de uma empresa nova empresa nascente, ou como está mais na moda, startup). Uma delas é pelo viés econômico, de onde vem a área da economia da estratégia.
Vamos hoje apresentar os principais conceitos desse viés de observação, começando por conceitos básicos que qualquer empreendedor precisa ter muito claro: Continuar lendo Estratégia econômica da empresa nascente (startup) – conceitos
Segundo Flávio Villaça, o planejamento urbano no Brasil passou por quatro grandes fases entre 1875 e 1992:
1930 – 1965
Período em que houve a expansão do planejamento para todo o território da cidade, ciência e técnica passaram a ser incorporados aos planos. Seus principais objetivos eram a eficiência e funcionalidade, com grande foco em saneamento e transporte. A indústria automobilística permitiu o surgimento de muitos novos bairros, e este foi um dos principais fatores contributivos para o abandono dos centros. Exemplos emblemáticos de planos deste período são o Plano de Avenidas em São Paulo (Prestes Maia) e o Plano Agache no Rio de Janeiro. O Estado Novo marcou o período com o intervencionismo estatal, a população urbana chegou a 31%, e a tendência populista buscava a facilidade para a aquisição da casa própria num sistema de vendas a crédito. Continuar lendo O esvaziamento dos centros urbanos
Derivativos são ativos ou instrumentos financeiros criados com a finalidade de limitar riscos de flutuações inesperadas de preços de mercado. Assim, seu preço deriva do preço de outro ativo ou instrumento de referência. Os principais usos dos derivativos são:
O mercado de derivativos é um de liquidação futura e segmentado em:
a. Mercado a termo
b. Mercado futuro
c. Mercado de opções
d. Swap