[e] Introdução ao empreendedorismo

Empreendedor é aquela pessoa que mobiliza recursos e assume o risco de começar uma empresa. Para os economistas, o empreendedorismo está associado à inovação e ao desenvolvimento econômico. Entre eles destacam-se três principais nomes:

  • Richard Cantillon (Ensaio sobre a natureza do comércio em geral, 1775): foi o primeiro a identificar o papel crucial do empreendedor na economia ao assumir os riscos da negociação de bens ou serviços;
  • Jean Baptiste Say (Tratado de economia política, 1888): observou que o empreendedor se viabiliza ao atender às necessidades humanas agindo muito além da direção do negócio, incluindo em suas atividades o planejamento, avaliação de projetos e tomando riscos para si. O sucesso empresarial é essencial para a sociedade, porque um país com muitos comerciantes, fabricantes e agricultores inteligentes tem maiores possibilidades de alcançar a prosperidade. Os empreendedores podem alterar os recursos econômicos de uma área de baixa produtividade, transformando-a em região de produtividade e lucratividade elevadas, processo pelo qual se cria valor;
  • Joseph A. Schumpeter (Capitalismo, socialismo e democracia, 1942): empreendedores inovam a) identificando formas de se usar as invenções, b) introduzindo novos meios de produção, novos produtos e novas formas de organização. Essas inovações, segundo Schumpeter, exigem tanta ousadia e habilidade quanto o processo de invenção. O empreendedor promove a “destruição criativa” ao tornar obsoletos os recursos existentes e tornando necessária sua renovação. Para Schumpeter, a questão principal não seria a forma como o capitalismo administra as estruturas existentes, e sim como as cria e destrói, porque a causa do progresso e do contínuo aprimoramento do padrão de vida da coletividade é a própria “destruição criativa”.

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[e] Motivação

O conceito indica causas (motivos) que produzem um determinado comportamento. Possui três propriedades:

  • direção (objetivo do comportamento)
  • intensidade (magnitude da motivação)
  • permanência (duração da motivação)

A motivação é sempre específica, para um determinado objetivo. Estar motivado para alguma coisa não significa estar motivado de forma geral, incluindo outras.
Existem dois grandes grupos de teorias sobre motivação: as teorias de processo, que explicam o funcionamento de mecanismos da motivação, e as teorias de conteúdo, que explicam motivos específicos que fazem o ser humano agir. As principais teorias de processo são: Continuar lendo [e] Motivação

[e] Características e diferenças individuais

O entendimento das diferenças individuais é essencial para a tomada de boas decisões de marketing, recrutamento e seleção, trabalho em grupo, liderar equipes e conviver com colegas de trabalho. os principais tópicos a observar são: Continuar lendo [e] Características e diferenças individuais

[e] O que é squad?

O termo squad normalmente se refere a um grupo temporário de colaboradores, variando de 5 a 10 profissionais, multidisciplinar, com pessoas de diferentes áreas da organização, formado para resolver um problema ou desenvolver / aperfeiçoar um determinado produto (que pode ser bem ou serviço).

O squad normalmente trabalha no formato de scrum, ou seja, é uma equipe autogerida com um scrum master facilitando os trabalhos (em geral isso significa mediar reuniões diárias de sprint e resolver o que esteja atrapalhando o andamento dos trabalhos). Continuar lendo [e] O que é squad?

[e] Enfoque comportamental

Sob a perspectiva comportamental, a organização é vista como um sistema social, formado por pessoas e suas necessidades, sentimentos e atitudes, os quais influenciam os comportamentos enquanto integrantes de grupos. Este sistema social tem tanta ou até mais influência sobre o desempenho global da organização que o seu sistema técnico.
Existem, sob esta ótica, dois temas básicos a observar:

  1. Características que diferenciam as pessoas umas das outras
  2. Comportamento coletivo das pessoas em grupos

O estudo desses dois temas é chamado comportamento organizacional. A corrente de autores que enfatizam pessoas e seu bem-estar nas organizações tem antecedentes muito antigos, e ganhou força durante a Revolução Industrial. Neste último período, as difíceis condições de trabalho motivaram algumas pessoas e instituições a tentar melhorá-las. Destes movimentos surgiram cinco grandes tendências principais:

  • a ação dos sindicatos
  • as experiências humanistas de utopistas – como Robert Owen – e da Fundição Soho,
  • o marxismo
  • a doutrina social da Igreja, cuja encíclica de 1891 rejeita as teses socialistas e assume posição clara a favor da justiça social
  • o pensamento humanista na escola clássica, cujo possível destaque é o inglês Oliver Sheldon, o qual propôs, já em 1923, ideias avançadas como organização local dos trabalhadores pelos próprios trabalhadores, participação nos lucros, e salários que permitissem elevado padrão de vida

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