[e] O que é squad?

O termo squad normalmente se refere a um grupo temporário de colaboradores, variando de 5 a 10 profissionais, multidisciplinar, com pessoas de diferentes áreas da organização, formado para resolver um problema ou desenvolver / aperfeiçoar um determinado produto (que pode ser bem ou serviço).

O squad normalmente trabalha no formato de scrum, ou seja, é uma equipe autogerida com um scrum master facilitando os trabalhos (em geral isso significa mediar reuniões diárias de sprint e resolver o que esteja atrapalhando o andamento dos trabalhos). Continue lendo “[e] O que é squad?”

O que é piso de porcelanato líquido?

Algumas empresas estão vendendo um “novo” sistema para pisos residenciais, com o nome de porcelanato líquido. A verdade é que este tipo de piso nada tem de novo, e seu nome real é piso epóxi, muito utilizado nas décadas de 1960 e 1970 por arquitetos brasileiros em edifícios de uso público ou coletivo.

Biblioteca FAUUSP, piso epóxi. Projeto arquitetônico Villanova Artigas
Biblioteca FAUUSP, piso epóxi. Projeto arquitetônico Villanova Artigas
Biblioteca FAUUSP, piso epóxi. Projeto arquitetônico Villanova Artigas
Biblioteca FAUUSP, piso epóxi. Projeto arquitetônico Villanova Artigas
As vantagens do piso epóxi (ou porcelanato líquido, como queiram) são:

  • alta resistência a abrasão (desgaste por atrito)
  • ausência de juntas
  • acabamento naturalmente brilhante
  • resistência física e química
  • autonivelante
  • capa única monolítica

Com estas características, o piso epóxi costuma ser utilizado em locais que exijam Continue lendo “O que é piso de porcelanato líquido?”

Novo lançamento: um prédio velho

DIREITOS AUTORAIS PROTEGIDOS NA FORMA DA LEI. CITE A FONTE.

por Ricardo Trevisan

Até alguns anos atrás eu ainda me perguntava de onde vem o gosto pelas fachadas antigas. Em empreendimentos de alto padrão, o mais ousado é o Art Dèco (que a força de vendas das incorporadoras chama de Neoclássico Contemporâneo), para que os ignorantes possam receber o conforto da protocompreensão de que há valor agregado nas linhas da maquete.

Mais recentemente entendi que o atraso não estava na oferta, e sim na demanda. O produto é desenhado de acordo com seu mercado. Parece muito óbvio fazer isso, mas será que deveríamos? Vejo uma perspectiva para repensarmos este ponto.

Trata-se da perspectiva da inovação. Se seguíssemos sempre o que o mercado nos diz, não teríamos criado o walkman, portanto não teríamos o iPod. Aliás, não teríamos quase nenhum produto atual da Apple. Muitos dos melhores produtos que temos hoje partiram de uma percepção de que o mundo mudaria em uma determinada direção. Se nos afastarmos um pouco do que estamos fazendo diariamente, será que continuaríamos acreditando que poderemos continuar fazendo o que fazemos hoje indefinidamente? Suponhamos agora que chegamos à conclusão que o mercado vai mudar, que no futuro as pessoas vão querer morar em imóveis cujas fachadas combinem com seus notebooks, iPods, iPads, eletroeletrônicos, móveis, etc. Isso significaria que deveríamos começar a nos preparar para uma reviravolta. Mas a partir de quando mudar nossos produtos? E o mais importante: será que a mudança vai começar por um ofertante? Se um player do mercado será o estopim da mudança, quem será o pioneiro?

Lembre-se de Al Ries! O mercado tem maior facilidade para se lembrar do pioneiro, apenas do pioneiro. Você se lembra quem foi o segundo homem a pisar na lua? Quem foi o segundo homem a cruzar o Atlântico num avião? Aliás, aproveitando Ries, poderíamos ir mais longe: nosso mercado imobiliário ainda não criou verdadeiras marcas, identificáveis. Veja os lançamentos de seus concorrentes e compare com os seus. E então, responda sinceramente: seu consumidor sabe separar seus produtos dos concorrentes?

Pois é…