55 interesses do empreendedor imobiliário: os textos mais lidos e comentados em nove anos do blog

Olá!

Estamos celebrando nove anos de existência deste blog com mais de 30.000 acessos mensais vindos de mais de 120 países. Para comemorar, reunimos num único livro, de um universo de mais de 400 textos publicados, os 55 textos mais lidos e comentados por empreendedores, investidores, profissionais e estudantes da área imobiliária.

Nele procuramos evidenciar como o mercado imobiliário atual está raciocinando e sendo desafiado por assuntos como análise de mercado, riscos, fontes de financiamento, modelagem e planejamento de negócios. Ou seja, são os textos mais procurados por mais de mais de 700.000 pessoas que trabalham no ramo. Continuar lendo 55 interesses do empreendedor imobiliário: os textos mais lidos e comentados em nove anos do blog

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Olá! Hoje começamos uma nova série de textos sobre empreendedorismo, identificada por um [e] antes do título (como neste). Apesar de muito se falar sobre o assunto, em nosso ramo de atividade ainda ensaiamos o empreendedorismo profissional, pouco utilizamos das mais recentes técnicas e tecnologias que estão revolucionando o mundo, como a preparação para a transformação digital, o Scrum para conduzir projetos, o Canvas para idealizar o negócio ou a estratégia do Oceano Azul ao observar a concorrência. Continuar lendo [e]

O que é Teoria Geral da Administração (TGA)

A Teoria Geral da Administração (ou simplesmente TGA) extrapola os limites de um único curso de graduação, e faz parte da estrutura curricular de cursos com proximidades óbvias (ciências econômicas, ciências contábeis, ciências atuariais) e outros nem tanto (odontologia, direito, arquitetura e urbanismo, engenharia, medicina, comunicações e outros cursos técnicos de nível superior).

Segundo Amaru Maximiano, a sociedade humana viabiliza praticamente todas as suas necessidades através de meios estabelecidos em sistemas organizados – as chamadas organizações, sistemas de recursos estabelecidos para realizar algum objetivo. Para tal, utilizam-se de dois componentes básicos:

  • processos de transformação
  • divisão do trabalho

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O mito das casas sem gente – texto de Nabil Bonduki para a Folha

Caso você não saiba, sou um ferrenho defensor de posições políticas centrais. Nenhum país do mundo teve qualquer salto de desenvolvimento sob extremismos, seja de esquerda ou de direita, e atribuo a isso a falta de abertura dos radicais para aceitar ou adotar as vantagens do lado oposto (que sempre existem). Prefiro sempre os centro absoluto (tão criticados de forma ignorante no Brasil) ou centro-esquerda.

Prova de meu comprometimento com esta postura é trazer aqui para o blog o que cada posição política tem de melhor, e acabo de ver um texto que prova isso. Hoje tive contato com um texto muito lúcido e fundamental de Nabil Bonduki para o jornal Folha de São Paulo, que faço questão de aqui reproduzir para você.

Segue o texto na íntegra:

[O mito das casas sem gente – Nabil Bonduki]

Após o desabamento da torre de vidro, reapareceu uma tese que vem se tornando um mito: o déficit habitacional de 6,35 milhões de unidades seria equacionado ou atenuado se os domicílios vagos existentes no país —6,1 milhões, segundo o censo de 2010— fossem utilizados.

“Temos mais casa sem gente do que gente sem casa” é uma afirmação recorrente que vem sendo repetida por lideranças do movimento de moradia, por jornalistas e, até mesmo, por especialistas.

Essa aparente paridade entre déficit e vacância gera um bom discurso, uma crítica genérica à “especulação imobiliária” e a ilusão de que o problema habitacional poderia ser resolvido com facilidade.

Uma análise apurada, no entanto, mostra outra realidade. Parte significativa dos domicílios vagos se localiza onde não há déficit. Sem a zona rural, o número de domicílios vagos cai para 4,7 milhões. Continuar lendo O mito das casas sem gente – texto de Nabil Bonduki para a Folha

O crédito no Brasil e as Letras Imobiliárias Garantidas (LIG)

Já falamos por aqui sobre a atual tendência de profundas alterações no modelo de financiamento imobiliário brasileiro, em especial a insuficiência da dupla FGTS e SBPE como fontes de financiamento e a necessidade de funding alternativo. O momento, não por acaso, coincide com o amadurecimento de nosso mercado de capitais e redução na taxa básica de juro da economia (taxa Selic). Este cenário é propício para a criação de novos instrumentos financeiros (em geral, títulos) lastreados no mercado imobiliário, um método amplamente utilizado em todo o mundo para o financiamento do crédito imobiliário. Continuar lendo O crédito no Brasil e as Letras Imobiliárias Garantidas (LIG)