[e] De Henry Fayol a Peter Drucker

O engenheiro francês Henry Fayol publicou, em 1916, os princípios do processo administrativo:

  1. a administração é função distinta das demais funções da empresa (como operação, finanças, comercial, contabilidade, técnica, etc.)
  2. a administração compreende cinco funções: planejamento, organização, comando, coordenação e controle

Segundo Fayol, a administração é uma atividade comum a todos os empreendimentos humanos (família, negócios, governo), portanto todos deveriam estudá-la. Propôs também que a empresa é um sistema racional de regras e de autoridade com o objetivo primário de fornecer valor a seus consumidores. Seu pioneirismo reside na visão de que a administração deveria ser vista como função separada das demais funções da empresa, com maior impacto quando há separação do trabalho dos administradores das atividades operacionais. Como a separação de funções não significa obrigatoriamente a separação de pessoas, este princípio se aplicaria à prestação de serviços em organizações pequenas, como escritórios de arquitetura com reduzido número de colaboradores.

Fayol elencou dezesseis papeis dos gerentes: Continuar lendo [e] De Henry Fayol a Peter Drucker

[e] O que foi o movimento da administração científica?

Frederick Winslow Taylor, nome mais destacado deste movimento, ingressou na Midvale Steel em 1878, onde observou problemas das operações fabris (presentes em várias organizações até os dias de hoje), como: falta de divisão clara da divisão de responsabilidades da administração com o trabalhador; ausência de incentivos para melhorar o desempenho; trabalhadores não cumprindo com suas responsabilidades; decisões baseadas em intuição e palpite; falta de integração entre departamentos; operários despreparados para execução de tarefas exigidas; ignorância sobre os benefícios da excelência de desempenho, conflitos entre capatazes e empregados sobre o volume de produção.

A partir de suas observações, desenvolveu um sistema de administração de tarefas que mais tarde ficou conhecido como sistema Taylor, taylorismo e, depois, administração científica. O principal motivo do estudo dos tempos foi a busca da precisão para definir o valor dos salários. Posteriormente, percebeu-se seu valor intrínseco de permitir o aprimoramento do trabalho operacional através da racionalização de movimentos.
Na segunda fase do movimento, a ênfase se desloca da produtividade do trabalhador para o aprimoramento dos métodos de trabalho. Naquele momento, Taylor apresentou seus princípios da administração de uma empresa:

  1. Seleção e treinamento de pessoal
  2. Salários altos e custos baixos de produção
  3. Identificação da melhor maneira de executar tarefas
  4. Cooperação entre administração e trabalhadores

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Olá! Hoje começamos uma nova série de textos sobre empreendedorismo, identificada por um [e] antes do título (como neste). Apesar de muito se falar sobre o assunto, em nosso ramo de atividade ainda ensaiamos o empreendedorismo profissional, pouco utilizamos das mais recentes técnicas e tecnologias que estão revolucionando o mundo, como a preparação para a transformação digital, o Scrum para conduzir projetos, o Canvas para idealizar o negócio ou a estratégia do Oceano Azul ao observar a concorrência. Continuar lendo [e]

Empreendedorismo e empregabilidade para arquitetos e urbanistas

O que é desemprego? Por que é tão difícil contratar um arquiteto pela CLT? Por que os salários de arquitetos são tão baixos? Existe renda sem emprego? Como pensa um empreendedor? O que o arquiteto empreendedor precisa saber? Estes e outros tópicos já estão disponíveis no novo minicurso de nossa Escola Digital.

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Eleições do CAU e o mercado de trabalho do arquiteto e urbanista

A recente convocação para as eleições do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU) revelou uma informação interessante: a quantidade de arquitetos e urbanistas registrados no Conselho por Unidade da Federação.

Já são mais de 150 mil profissionais em todo o país. Em 2012- 2013, este número estava ao redor de 100.000 arquitetos e urbanistas – um crescimento nada desprezível de 50% em cinco anos! Continuar lendo Eleições do CAU e o mercado de trabalho do arquiteto e urbanista