Artigo inédito: computação nas nuvens para avaliação de bens imóveis

COMPUTAÇÃO NAS NUVENS (WEB COMPUNTING, BIG DATA, DATA MINING E CLOUD GIS) APLICADA A ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES DE BENS IMÓVEIS

Engenheiro Civil Eduardo Caldeira Baduy (1)
Engenheiro Civil Fabiano Chimenes (2)
Engenheiro Civil Marcelo Medvid (3)

Resumo
Mudanças na área de avaliação de imóveis ocorrem em ritmo cada vez mais acelerado. Termos atuais, como “big data”, “cloud computing”, “data mining” e “cloud GIS” estão cada vez mais presentes do dia a dia do profissional avaliador. Avanços tecnológicos na área computacional estão propiciando um aumento significativo na qualidade dos trabalhos de avaliação e uma diminuição acentuada nos tempos de elaboração dos laudos de avaliação. Grandes produtores de avaliação de imóveis, como importantes empresas imobiliárias, construtoras e instituições bancárias, estão já atuando dentro desses novos conceitos, obtendo reduções significativas dos custos e riscos envolvidos nas determinações de valores de mercado e estabelecimento de garantias.

Palavras-chave: Computação nas nuvens; Banco de dados; Avaliação de Bens; Redes Neurais; Geoprocessamento; Rede de Computadores Continuar lendo Artigo inédito: computação nas nuvens para avaliação de bens imóveis

Um destes livros pode ser seu!

 

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Sim, você pode ganhar um exemplar em papel de Introdução à administração do escritório de arquitetura, de Ricardo Trevisan, de forma totalmente gratuita, entregue em sua casa! Veja como. Continuar lendo Um destes livros pode ser seu!

Incorporação imobiliária em terrenos com indícios de contaminação

Antes de tudo, é necessário entender que áreas contaminadas são diferentes de áreas com indícios de contaminação. As primeiras são aquelas em que houve investigação confirmando a presença de substâncias contaminantes, ou que seja constante de alguma lista oficial de áreas contaminadas (CETESB/SP, FEAM/MG, INEA/RJ, etc.). Já as segundas, compõem um grupo muito maior, são todas as áreas em que, por algum motivo específico, existe a suspeita de contaminação (a qual pode ou não existir).

Segundo o LIC – Levantamento de Indícios de Contaminação, documento aprovado em conjunto entre várias instituições financeiras nacionais no âmbito da FEBRABAN, são potenciais fontes de contaminação (mesmo que tenham ocorrido no passado): Continuar lendo Incorporação imobiliária em terrenos com indícios de contaminação

William Deming e o milagre japonês

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Diz a lenda que quando os aliados ocuparam o Japão, após o término da Segunda Guerra Mundial, vários oficiais estrangeiros relataram “danos profundos na rede telefônica do país”. A estes relatos, os japoneses responderam não haver danos à rede, que ela estava funcionando como antes – ou seja, de forma intermitente. A cultura do país, até então, estava calçada na crença de que sua invencibilidade bélica milenar decorria muito mais de suas tradições que de tecnologia ou preocupações com a qualidade. Uma crença que desapareceu repentinamente.

A partir de então, os japoneses fizeram o que fazem melhor: correram atrás de suas necessidades com obstinação e disciplina. O país, que naturalmente já enfrenta escassez de recursos naturais, limitações territoriais e um clima hostil, estava naquele momento física e moralmente destroçado pela guerra. Conforme seria de se esperar por sua cultura, a sociedade nipônica queria então compreender onde falharam. E receberam, a partir de 1946, especialistas em diversas áreas técnicas. Continuar lendo William Deming e o milagre japonês

O que é RevPAR?

O mercado hoteleiro tem dois grandes direcionadores de receitas: Taxa de Ocupação e Diária Média.

A taxa de ocupação é obtida dividindo o número total de apartamentos ocupados, excluindo cortesias e uso da casa, pelo número de apartamentos disponíveis no ano. Entretanto, uma ocupação elevada decorrente de baixos valores de diárias não ajuda a elevar receitas.

A diária média, por outro lado, é calculada dividindo-se a receita de apartamentos, já deduzido o café da manhã, pelo total de apartamentos ocupados (excluindo cortesias e uso da casa). Veja que baixa ocupação por valores elevados melhora este indicador, mas não significa melhora no volume de receita. Continuar lendo O que é RevPAR?