Pesquisa do CAU mostra clientes satisfeitos

Um pesquisa recente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), entidade que substituiu o CREA para nós arquitetos e urbanistas, junto com o Datafolha, mostra que 54% da população economicamente ativa em todo o Brasil já construiu ou reformou um imóvel. Mas apenas 14,6% deste grupo contratou arquiteto ou engenheiro. A grande maioria (85,4%) fez o serviço sem o auxílio de um profissional habilitado, apesar da exigência legal e do risco de punições. A boa notícia é que 78% dos que contrataram arquiteto se declaram satisfeitos com o profissional. E 70% dos entrevistados declaram que consideram a possibilidade de contratar arquiteto na próxima construção ou reforma.

Segundo a pesquisa, o principal motivo apontado para a não contratação de arquitetos é o senso comum de ser um trabalho caro. Mas a mesma pesquisa, quando apresenta um custo total de Continuar lendo Pesquisa do CAU mostra clientes satisfeitos

Qual a diferença entre terraplenagem e terraplanagem?

Terraplenagem, com “e”, tem origem associada à palavra “pleno”, e diz respeito a todas as obras de movimento de terra, estabilização e patamarização.

Terraplanagem, com “a”, está associada à palavra Continuar lendo Qual a diferença entre terraplenagem e terraplanagem?

Depoimento à revista aU (texto integral): conflitos entre sócios em escritórios de arquitetura 

Esta é a íntegra de meu depoimento à revista aU de agosto de 2015 (matéria de Juliana Nakamura):

1) Quais são os principais motivos que levam a conflitos entre os sócios de um escritório? Continuar lendo Depoimento à revista aU (texto integral): conflitos entre sócios em escritórios de arquitetura 

Condomínios de casas em São Paulo: das origens à opinião dos moradores

Condomínios de casas em São Paulo: das origens à opinião dos moradores
Condomínios de casas em São Paulo: das origens à opinião dos moradores

Já está à venda o novo livro! Condomínios de casas em São Paulo: das origens à opinião dos moradores está disponível para Kindle e ebook para plataforma Apple. Você pode baixar gratuitamente o leitor para iPad, iPhone e qualquer computador na Amazon.com.br.

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Os anos 1980 trouxeram às cidades brasileiras o crescimento da violência urbana e da respectiva percepção de insegurança. A classe média passou a procurar proteção fechando-se dentro de áreas muradas e monitoradas. Num primeiro momento, a procura maior foi por apartamentos, e isso reduziu substancialmente a área da habitação para as famílias habituadas a casas com cômodos espaçosos – especialmente a cozinha teve a maior redução de tamanho e provocou alterações profundas no modo de usar a moradia. Mas a insegurança e o alto custo da terra continuavam provocando rejeição cada vez maior à habitação unifamiliar de frente para a rua pública. Havia evidentes vantagens na habitação coletiva em forma de condomínios, que naquele momento eram essencialmente verticais.

As primeiras iniciativas de associação horizontal de habitações foi a de fechamento de loteamentos, como o empreendimento Alphaville Residencial (Albuquerque Takaoka), em 1975. Este tipo de empreendimento não é um condomínio porque Continuar lendo Condomínios de casas em São Paulo: das origens à opinião dos moradores

Sobre cuidado 

Tabitha King era uma funcionária do Dunkin’ Donuts que, apesar de jovem, já tinha dois filhos. Ela e o marido mal tinham o suficiente para pagar 90 dólares de aluguel num precário apartamento e passavam por situações extremas, como não ter dinheiro para comprar remédio para a filha.

Certo dia, recolhendo o lixo, tirou as cinzas de cigarro de folhas amassadas, abriu, e viu o início de um romance batido a máquina. Depois de ler, perguntou ao marido por que tinha jogado fora. Ele não via futuro no texto, achava que ficaria longo demais para vender para as revistas de sempre. Além disso, tratava do universo feminino, que ele dizia não conhecer. Ela insistiu que ele continuasse, e se propôs a ajudar no que pudesse. E ele continuou, mais por sua esposa que por acreditar no projeto, em que trabalhava nas escassas horas vagas.

O nome dele é Stephen King, e o livro, Carrie, a estranha, teve os direitos de publicação em brochura vendidos por 400 mil dólares.

Ninguém é escritor por acaso. É um trabalho solitário, e uma pessoa ao lado, apoiando, faz toda a diferença. Esta é uma homenagem a elas, em especial a minha esposa. Obrigado.