As principais instituições financiadoras de projetos de concessões e parcerias público-privadas (PPP), atualmente são: Continuar lendo Principais organismos multilaterais para parcerias público-privadas
Categoria: finanças
A hora e a vez dos fundos imobiliários
Os fundos de investimento imobiliário (FII) estão se popularizando numa velocidade impressionante: de aproximadamente 10 mil investidores em janeiro de 2010, saltamos para mais de 285.000 em 2019 (um crescimento superior a 2.700%!). Além disso, o momento de maior evolução é justamente o atual: não é incomum termos aumento do número de investidores superior a 13% ao mês (sim, é um ritmo de crescimento superior ao da economia chinesa). Hoje existem 173 FIIs listados na bolsa brasileira (B3), cujo valor de mercado pulou de R$ 25 bilhões em 2015 para R$ 54 bilhões (fevereiro de 2019) [1].

Mas por que tanta gente está buscando esse tipo de investimento? O que há de tão atraente nos fundos imobiliários? E por que essas mesmas pessoas estão retirando seu dinheiro de outros tipos de investimento que eram interessantes até pouco tempo atrás? Continuar lendo A hora e a vez dos fundos imobiliários
O que são derivativos
Derivativos são ativos ou instrumentos financeiros criados com a finalidade de limitar riscos de flutuações inesperadas de preços de mercado. Assim, seu preço deriva do preço de outro ativo ou instrumento de referência. Os principais usos dos derivativos são:
- Ganho especulativo
- Hedge (proteção)
O mercado de derivativos é um de liquidação futura e segmentado em:
a. Mercado a termo
b. Mercado futuro
c. Mercado de opções
d. Swap
Títulos e valores mobiliários – TVM
Os principais títulos e valores mobiliários (TVM) são:
Privados
- CDB: certificado de depósito bancário. São depósitos a prazo.
- RDB: recibo de depósito bancário. É similar ao CDB, mas não pode ser transferido.
- CDI: certificado de depósito interbancário ou interfinanceiro. Baliza a apuração da taxa DI, que serve como referência para custo do dinheiro (juro).
- CCB: cédula de crédito bancário
- CPR: cédula de produto rural
- Debêntures: emitidas apenas por empresas não financeiras para seu próprio financiamento direto
- Nota promissória / commercial papers: para capital de giro. Capital fechado: máximo de 180 dias. Capital aberto: máximo de 360 dias.
- Ações: fração do capital social
- DPGE: depósitos a prazo com garantia especial do Fundo Garantidor de Crédito (FGC)
Públicos
- Tesouro pré-fixado (antiga Letra do Tesouro Nacional – LTN)
- Tesouro pós-fixado (antiga Letra Financeira do Tesouro – LFT)
- Tesouro IPCA (antiga Nota do Tesouro Nacional – Série B, NTN-B)
Produzo ou terceirizo?
Uma das primeiras decisões que a empresa precisa tomar a respeito de qualquer atividade é se vai produzir (ela própria executar) ou comprar (terceirizar, quando dependeria de outra empresa independente para executar a atividade, talvez sob contrato).
Entretanto, estes são dois extremos de um continuum de possibilidades de integração vertical, onde há, entre os extremos, algumas possibilidades intermediárias: vizinho a “produzir”, existe a possibilidade de delegar parte ou toda a produção a subsidiárias; e vizinho a “comprar”, empresas de mercado podem unir interesses contratualmente por vários anos; e, no centro, estão as joint ventures e alianças estratégicas, onde duas ou mais empresas criam uma entidade independente formada por recursos de ambas.