Títulos e valores mobiliários – TVM

Os principais títulos e valores mobiliários (TVM) são:

Privados

  1. CDB: certificado de depósito bancário. São depósitos a prazo.
  2. RDB: recibo de depósito bancário. É similar ao CDB, mas não pode ser transferido.
  3. CDI: certificado de depósito interbancário ou interfinanceiro. Baliza a apuração da taxa DI, que serve como referência para custo do dinheiro (juro).
  4. CCB: cédula de crédito bancário
  5. CPR: cédula de produto rural
  6. Debêntures: emitidas apenas por empresas não financeiras para seu próprio financiamento direto
  7. Nota promissória / commercial papers: para capital de giro. Capital fechado: máximo de 180 dias. Capital aberto: máximo de 360 dias.
  8. Ações: fração do capital social
  9. DPGE: depósitos a prazo com garantia especial do Fundo Garantidor de Crédito (FGC)

Públicos

  1. Tesouro pré-fixado (antiga Letra do Tesouro Nacional – LTN)
  2. Tesouro pós-fixado (antiga Letra Financeira do Tesouro – LFT)
  3. Tesouro IPCA (antiga Nota do Tesouro Nacional – Série B, NTN-B)

Em 2007, a BM&FBovespa deixou de ser uma organização sem fins lucrativos e passou a ser uma Sociedade Anônima (S.A.). A CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia) faz parte da Bovespa Holding.

A bolsa de valores não compra nem vende nada. Em princípio, é apenas o ambiente em que as transações ocorrem, e tem por objetivo dar suporte, transparência e publicidade às negociações. Por este motivo, a bolsa tem condições de construir indicadores de mercado, que se materializam na forma de índices de desempenho de carteiras teóricas de ações.

O índice mais importante no Brasil é o Ibovespa (IBOV), existente desde 1968 – mas não é o único. Existem diversos outros, inclusive índices setoriais ou de carteiras teóricas selecionadas por outros critérios que o do Ibovespa. Um exemplo é o IBX-50, que apresenta o desempenho de 50 ações selecionadas pela liquidez, ponderadas na carteira pelo valor de mercado de ações disponíveis em negociação.

Os índices são referenciais importantes para a administração de carteiras e para o lançamento de derivativos (futuros, opções sobre futuros e opções sobre índice, por exemplo). Tanto o Ibovespa quanto o IBX-50 são reavaliados a cada 4 meses de acordo com uma metodologia específica, e podem ter suas carteiras teóricas revistas nesses momentos. Também pode ter mudanças na participação relativa de cada ação no índice.

Saiba mais sobre o assunto em:

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