Títulos e valores mobiliários – TVM

Os principais títulos e valores mobiliários (TVM) são:

Privados

  1. CDB: certificado de depósito bancário. São depósitos a prazo.
  2. RDB: recibo de depósito bancário. É similar ao CDB, mas não pode ser transferido.
  3. CDI: certificado de depósito interbancário ou interfinanceiro. Baliza a apuração da taxa DI, que serve como referência para custo do dinheiro (juro).
  4. CCB: cédula de crédito bancário
  5. CPR: cédula de produto rural
  6. Debêntures: emitidas apenas por empresas não financeiras para seu próprio financiamento direto
  7. Nota promissória / commercial papers: para capital de giro. Capital fechado: máximo de 180 dias. Capital aberto: máximo de 360 dias.
  8. Ações: fração do capital social
  9. DPGE: depósitos a prazo com garantia especial do Fundo Garantidor de Crédito (FGC)

Públicos

  1. Tesouro pré-fixado (antiga Letra do Tesouro Nacional – LTN)
  2. Tesouro pós-fixado (antiga Letra Financeira do Tesouro – LFT)
  3. Tesouro IPCA (antiga Nota do Tesouro Nacional – Série B, NTN-B)

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Os fundos de investimentos

Os fundos de investimentos são regulados no Brasil pela Instrução Normativa CVM 555/14 e permitem que ativos de maior valor ou com barreiras à entrada sejam divididos em cotas. Isso traz vantagens ao pequeno investidor:

  1. Diversificação de portfólio
  2. Permite o investimento em ativos de altos valores unitários, como imóveis
  3. Acesso a ativos de precificação complexa, como derivativos
  4. Participação em operações interfinanceiras (mercado interbancário)
  5. Participação em investimentos com a ajuda de gestores profissionais especializados

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Renda fixa volátil 

O Tesouro Direto deve ser hoje a renda fixa com maior volatilidade no mercado secundário do Brasil. Os títulos, marcados a mercado, estão flutuando tanto que as negociações estão sendo interrompidas com frequência.

Investimento conservador com circuit break: mais uma idiossincrasia nacional.

Pensando melhor… Nem tão conservador assim, se olharmos para o risco crescente de calote brasileiro, segundo mede a negociação de CDS para o prêmio por este risco…

Aluguel: perda fixa perdendo mais ainda

O investimentos em imóveis para aluguel tem sido chamado de perda fixa há vários meses, obviamente por sua baixa rentabilidade. Isso sem falar na imobilização do capital, depreciação do imóvel e baixa liquidez.

Agora, com o cenário recessivo, a perda fixa ficou pior ainda. As condições de negociação favorecem os locadores. Em geral, tem valido mais a pena vender o imóvel – mesmo com desconto, que está na média nacional de 7%.

Proteja seu dinheiro – 9 jan 14

O JP Morgan prevê boas possibilidades para a renda fixa no Brasil. O banco colocou o país entre os cinco com potencial de desempenho acima da média do mercado em 2014. Boa notícia para o investidor mais conservador. Continue lendo “Proteja seu dinheiro – 9 jan 14”