Oito anos

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Prezados leitores,

Completamos oito anos de existência no mês passado com um grande crescimento a comemorar. Para você ter uma ideia da magnitude deste salto, em 2009, quando este blog surgiu, tivemos uma média de 5 visualizações por dia (hoje é de mais de 730 por dia). Foram 157 acessos no primeiro mês (hoje é comum termos dias com mais de 1.000 acessos dentro de um período de 24 horas). Continuar lendo Oito anos

Novidades às terças

Quem acompanha o blog já deve ter percebido algumas novidades. Uma delas é que agora você recebe novidades às terças-feiras pela manhã. Como parte de nossos esforços em lhe entregar o melhor conteúdo com a melhor qualidade, agora você sabe também quando isso vai ocorrer. E nossa meta não é a quantidade, e sim a qualidade.

Por isso, se numa semana não tiver novidades na terça, é porque não ficamos satisfeitos com o que produzimos na semana, e preferimos adiar uma semana a publicação para atender aos requisitos de qualidade esperada por você.

Além disso, agora você tem acesso a novas páginas na barra superior. Uma delas é a dos cursos que pretendemos lançar em breve. E queremos que alguns deles sejam 100% gratuitos. E, para nos ajudar nisso, pedimos apenas que você responda a nossa pesquisa sobre quais são, dentre os que tratamos aqui, assuntos de seu interesse.

O que você gostaria de receber?

A Teoria de Pecking Order na estrutura de capital das incorporadoras brasileiras

 

Cheguei agora onde eu queria. Os posts anteriores sobre a proposição de irrelevância, trade-off e teoria da agência foram necessários para o entendimento da Teoria de Pecking Order (ou teoria da hierarquia de preferência, numa tradução livre).

A famosa pesquisa de Myers e Majluf, de 1984, colocam a questão da assimetria de informações: os gestores possuem mais informações sobre a magnitude dos investimentos, o retorno de cada investimento e outras características da firma que os investidores externos. Assim, os gestores prefeririam emitir ações quando os preços estão sobrevalorizados. Como os investidores sabem disto, exigiriam um desconto para comprá-las. Os gestores dariam, então, preferência a outras formas de financiamento, como o endividamento. Myers, em outro trabalho, sugere que as empresas seguem uma ordem de preferência para seu financiamento (pecking order). A sequência de preferência seria pelos recursos próprios (lucros retidos), seguido pela dívida de baixo risco, dívida de alto risco e, por fim, a emissão de ações.

Bulan e Yan, em 2010, estudaram a proposição do pecking order em função do ciclo de vida da firma e identificaram que Continuar lendo A Teoria de Pecking Order na estrutura de capital das incorporadoras brasileiras

Pesquisa do CAU mostra clientes satisfeitos

Um pesquisa recente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), entidade que substituiu o CREA para nós arquitetos e urbanistas, junto com o Datafolha, mostra que 54% da população economicamente ativa em todo o Brasil já construiu ou reformou um imóvel. Mas apenas 14,6% deste grupo contratou arquiteto ou engenheiro. A grande maioria (85,4%) fez o serviço sem o auxílio de um profissional habilitado, apesar da exigência legal e do risco de punições. A boa notícia é que 78% dos que contrataram arquiteto se declaram satisfeitos com o profissional. E 70% dos entrevistados declaram que consideram a possibilidade de contratar arquiteto na próxima construção ou reforma.

Segundo a pesquisa, o principal motivo apontado para a não contratação de arquitetos é o senso comum de ser um trabalho caro. Mas a mesma pesquisa, quando apresenta um custo total de Continuar lendo Pesquisa do CAU mostra clientes satisfeitos