Investir em ações vale a pena no longo prazo. Mesmo em dólar.

Repetimos sempre que o investimento em uma carteira diversificada de ações é um bom negócio no longo prazo. O que nós não sabemos é o quão longo é esse prazo. De qualquer forma, para quem pode (e deseja) esperar, o retorno é bastante compensador.

Recentemente, com a elevação das taxas de juros nos títulos públicos dos Estados Unidos, as moedas menos fortes (como o real) sofreram forte desvalorização (origem da crise na Turquia). Neste momento, há quem esteja alegando que a vantagem de longo prazo da bolsa brasileira não se reproduziria em dólar (ou outra moeda forte). Continue lendo “Investir em ações vale a pena no longo prazo. Mesmo em dólar.”

Como uma empresa abre o capital e emite ações (IPO)?

Antes de tudo, a empresa deve ser uma sociedade anônima, de acordo com o que exige a Lei 6.404/76.
Tendo cumprido isso, a empresa entra com pedido de registro de Companhia Aberta na CVM – Comissão de Valores Mobiliários, órgão estatal regulador e fiscalizador do mercado de capitais no Brasil (equivale ao SEC norte-americano). Em geral, as empresas, neste momento, já pedem também autorização para a Continue lendo “Como uma empresa abre o capital e emite ações (IPO)?”

Feliz Ibovespa novo

Finalmente o índice deixou de ser composto pelas ações mais negociadas para utilizar um critério mais racional e digno do principal índice de mercado doméstico: o valor de mercado das empresas. As críticas ao método antigo ganharam força depois que as ações da Continue lendo “Feliz Ibovespa novo”

A proposição de irrelevância de Modigliani e Miller

Muitos estudos já produzidos sobre o financiamento de empresas (especialmente a estrutura de capital) ganharam relevância ao introduzir novos conceitos. Um dos mais importantes certamente é a proposição de irrelevância de capital de Modigliani e Miller, de 1958. Segundo esse trabalho, as decisões de financiamento de uma determinada firma não afetariam seu valor, pois este seria decorrente das decisões de investimento. Ou seja, a criação de valor proviria de como a empresa aplica este capital e não de como o obtém. Isto significaria também a Continue lendo “A proposição de irrelevância de Modigliani e Miller”

Proteja seu dinheiro 28.10.13: perspectivas 2014

Vamos hoje dar uma espiada em 2014:

  • Perspectiva de restrições de liquidez na China é a maior preocupação. E toda a economia brasileira está montada sobre o modelo exportador de commodities. Ainda.
  • Analistas prevendo alta volatilidade na bolsa, muitas apostas no índice Ibovespa abaixo dos 50.000 pontos. Oportunidades de compras à frente (para quem tiver sangue frio, é claro).
  • Boa parte da volatilidade prevista decorre das eleições. Marina, Eduardo Campos e Aécio, com discursos mais amistosos ao mercado (market friendly), podem ajudar a bolsa se subirem nas pesquisas. Se Dilma não alterar seu discurso (e tudo indica que não muda), sua popularidade nas pesquisas puxariam o Continue lendo “Proteja seu dinheiro 28.10.13: perspectivas 2014”

Instrumentos financeiros

Continuamos agora o assunto que iniciamos em Mercado Financeiro. Os instrumentos financeiros são os ativos negociados, basicamente divididos em:

  1. Instrumentos de dívida: o devedor assume a obrigação fixa de pagamento para o credor. Portanto, a rentabililidade não flutua (daí, renda fixa). São as debêntures, notas promissórias, etc.
  2. Instrumentos de participação: o aplicador de recursos passa a participar dos resultados do negócio financiado. Como os resultados variam (flutuam), a renda acompanha (renda variável). São as ações, opções, mercados futuros, etc.
  3. Intermediários: são as debênturescom limites de remuneração mínima (floor) e máxima (caps).

Os instrumentos são emitidos e lançados ao mercado uma única vez. Quando o aplicador adquire esses instrumentos dessa forma, trata-se de mercado primário. Daí em diante, esses mesmos instrumentos passam Continue lendo “Instrumentos financeiros”

Proteja seu dinheiro – 22.out.13

Ontem o Ibovespa já tinha rompido a linha dos 56.000 pontos. Hoje o valor do índice subiu mais. E assim, confirma-se o rali iniciado em 10 de outubro. Vamos acompanhar.

E, pelo jeito, a Selic vai mesmo para (pelo menos) 10% na última reunião do Copom no ano.

Boas perspectivas para o investidor.