VBA™ para Excel™ 5: If Then Else

(Ver o anterior)

O comando If também testa uma condição. A diferença é que ele só passa pela condição uma vez, e dá uma instrução para o caso da condição ser falsa. A construção é a seguinte: Continuar lendo VBA™ para Excel™ 5: If Then Else

VBA™ para Excel™ 4: Do While

(Ver o anterior)

A partir do hoje veremos em detalhes as ferramentas e o “jeitão” da programação em VBA. Imagine, como um exemplo simples, que você precisa obter a média aritmética das quatro primeiras linhas da coluna A da planilha, e escrever este resultado na célula A5. Uma forma comum de fazer somas em VBA é ir “acumulando” os valores numa variável. Faremos isso hoje com a variável “Soma”. Lembre-se que os textos de explicação ficam precedidos de apóstrofe ( ‘ ), e ficam em verde. Veja uma forma simples (mas pouco inteligente) de se fazer: Continuar lendo VBA™ para Excel™ 4: Do While

VBA™ para Excel™ 3: interação com a planilha

(Ver o anterior)

Quando precisar colocar uma equação dentro de outra, utilize sempre parênteses, exatamento como no Excel. Você também pode chamar uma Função no meio do programa, em vez de chamar uma variável.

Para colocar comentários dentro da Sub, basta iniciar com uma apóstrofe ( ‘ ), para que o VBA ignore seu conteúdo e pule para a próxima linha. A partir de agora, utilizaremos este recurso. Continuar lendo VBA™ para Excel™ 3: interação com a planilha

O que é BDI?

A construção civil tem uma particularidade em relação a outras indústrias: seus clientes exigem o detalhamento do orçamento item a item, mostrando o preço de custo de cada um. E como não há quem sobreviva vendendo a preço de custo, a incidência de indiretos e as margens devem ser, de alguma forma, adicionados ao preço de custo para que o preço de venda ao cliente final apareça na própria planilha orçamentária, pois esta é também a quantificação da proposta comercial. Para resolver esse problema, foi estabelecida a prática de criar um índice único aplicado a todos os itens do orçamento, agregando a incidência de indiretos e as margens de forma global.

Há alguns problemas conceituais com o BDI. As duas últimas letras da sigla significam Despesas Indiretas, porém o BDI inclui também os Custos Indiretos (se você não conhece a diferença, veja o post anterior). Outro problema terminológico é quando afirma que inclui “impostos”, quando inclui também outros tipos de tributos. E há alguns tipos de tributos (impostos inclusive) que NÃO estão incluídos no BDI. O Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) é um exemplo. A letra B significa benefícios ou bonificação, no sentido de margem de lucro (e não no do Lucro em si, como está em sua definição).

Mas é claro que o maior problema não é o terminológico com o BDI, e sim os que trazem consequências práticas para a construtora. E calcular um índice único para toda a produção com orçamento aberto ao cliente é o maior desafio. Cada item tem características próprias criando fortes distinções e exigências da administração central entre eles. Mas o BDI, em geral, deve ser único para todo o orçamento. Portanto, para o cálculo do índice, a empresa tem que ter uma estimativa razoavelmente precisa de seus gastos e dos retornos da obra como um pacote fechado. E precisa conhecer bem suas despesas centrais a serem diluídas entre diversas obras, assim como a margem de lucro possível frente a seu mercado.

A definição do BDI (que não é necessariamente a forma como ele é efetivamente calculado pelas construtoras) é a seguinte: Continuar lendo O que é BDI?

Qual a diferença entre IPCA, IPC, IGP-M, ICV, INCC…

IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo: do IBGE (organismo do governo federal), foi criado para a correção de demonstrativos financeiros de companhias abertas (não se faz mais, esse tipo de correção foi extinto em 1996). A coleta é contínua e sistemática de variações de preços ao consumidor de famílias com renda até 40 salários mínimos. Os dados são coletados nas Regiões Metropolitanas de Belém, Recife, Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, e Brasília. São também coletados dados no município de Goiânia. Os dados são coletados entre o primeiro e o último dia do mês de referência, e a variação é divulgada entre os dias 8 e 12 do mês seguinte.

IPC – Índice de Preços ao Consumidor: da FIPE (uma fundação ligada à USP – Universidade de São Paulo), é medido na cidade de São Paulo com base num consumidor com renda entre um e vinte salários mínimos. A cesta é baseada na POF – Pesquisa de Orçamento Familiar, do IBGE, em constante atualização. A pesquisa é feita entre o primeiro e o último dia do mês de referência, e divulgada entre os dias 10 e 20 do mês seguinte. É o mais tradicional indicador do custo de vida das famílias paulistanas e um dos mais antigos do Brasil, começou a pesquisar em janeiro de 1939.

IGP-M – Índice Geral de Preços do Mercado: da Fundação Getúlio Vargas (entidade privada), foi criado para a correção de alguns títulos do Tesouro Nacional e para depósitos bancários pós-fixados com prazos acima de um ano. Depois, passou a ser utilizado para correções de contratos como aluguel e energia elétrica. É divulgado ainda no final do mês de referência porque a coleta é feita entre os dias 21 do mês anterior e o dia 20 do mês a que se refere. É composto por IPA – Índice de Preços por Atacado (60%), IPC – Índice de Preços ao Consumidor (30%) e o INCC – Índice Nacional de Custo de Construção (10%). A cada 10 dias é divulgada uma prévia parcial da variação mensal.

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