Como desenhar águas de telhados complexos

Hoje trago a você um vídeo onde explico uma técnica bem simples e eficaz para se desenhar a divisão de planos de telhados (águas), ou seja, os espigões (arestas divisoras de águas), rincões ou águas furtadas (arestas coletoras de águas) e cumeeiras (divisoras de águas horizontais de topo).

Como desenhar águas de telhados complexos
Como desenhar águas de telhados complexos

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Que atividade melhor remunera arquitetos e urbanistas?

Tenho recebido nos últimos tempos (talvez por conta da crise econômica que estamos vivendo) esta exata pergunta de muitos colegas arquitetos e urbanistas. Não sei dizer exatamente qual seja a atividade número um, aquela que está no topo no podium de remuneração. Mas sei de duas que remuneram muito bem.

A primeira delas já citamos várias vezes aqui, e foi explorada em alguns livros: é o estudo de viabilidade econômica de empreendimentos imobiliários. Mesmo que você não firme um contrato para fornecer o estudo completo, consultorias nesta área também são remuneradas a uma hora técnica de valor bastante interessante. Nós arquitetos não temos em nossa formação básica de graduação alguns instrumentos essenciais para a realização deste tipo de trabalho. Procurei corrigir isto explicando passo a passo como um estudo desse tipo pode ser feito. Continuar lendo Que atividade melhor remunera arquitetos e urbanistas?

O que é especulação imobiliária?

Este é um dos termos mais mal utilizados pela imprensa quando se fala de desenvolvimento urbano. Seu uso indiscriminado costuma se referir à ocupação ou adensamento de uma área sem o devido planejamento ou desenho urbano. Mas especulação imobiliária não é exatamente isto, pelo menos não em sua totalidade. Continuar lendo O que é especulação imobiliária?

Novidades às terças

Quem acompanha o blog já deve ter percebido algumas novidades. Uma delas é que agora você recebe novidades às terças-feiras pela manhã. Como parte de nossos esforços em lhe entregar o melhor conteúdo com a melhor qualidade, agora você sabe também quando isso vai ocorrer. E nossa meta não é a quantidade, e sim a qualidade.

Por isso, se numa semana não tiver novidades na terça, é porque não ficamos satisfeitos com o que produzimos na semana, e preferimos adiar uma semana a publicação para atender aos requisitos de qualidade esperada por você.

Além disso, agora você tem acesso a novas páginas na barra superior. Uma delas é a dos cursos que pretendemos lançar em breve. E queremos que alguns deles sejam 100% gratuitos. E, para nos ajudar nisso, pedimos apenas que você responda a nossa pesquisa sobre quais são, dentre os que tratamos aqui, assuntos de seu interesse.

Custo de capital total (WACC)

Encerraremos aqui a série de 4 artigos sobre o custo de capital:

  1. O que é coeficiente de correlação?
  2. O que é Beta?
  3. Custo de capital próprio (CAPM)
  4. Custo de capital total (WACC)

Sempre que falamos de fluxo de caixa descontado (FCD), a taxa de desconto a ser aplicada será o custo de oportunidade do projeto, empreendimento ou empresa, dependendo do caso. E o custo de oportunidade do capital, nada mais é que o seu custo financeiro.

Agora que você já entendeu como é calculado o custo de capital próprio, falta apenas considerar o custo do capital de terceiros (passivo oneroso, aquele que exige pagamento de juros) para descobrir o custo de capital de todo o investimento responsável pelo fluxo de caixa. Este cálculo é essencial a três dos principais assuntos tratados neste blog:

  • Viabilidade econômica de empreendimentos imobiliários (incorporação imobiliária)
  • Gestão de empresas de arquitetura, engenharia e design
  • Avaliação econômica de imóveis (método da capitalização da renda, parte 4 da NBR 14.653)

O custo de capital total é calculado pelo custo médio ponderado de capital (em inglês, Weighted Average Cost of Capital – WACC). Este custo é calculado considerando o benefício fiscal do capital de terceiros. Este benefício decorre da dedutibilidade fiscal do pagamento de juros sobre as dívidas (o que não ocorre com o capital próprio):

Custo de capital de terceiros = rKT x (1 – Tc)

Onde:

rKT:      taxa paga pelo uso de capital de terceiros
Tc:         alíquota de tributos sobre a renda da empresa

Tendo isto em mente, o custo de oportunidade de uma empresa alavancada, calculada através do WACC, será: Continuar lendo Custo de capital total (WACC)