Por que escritório de arquitetura e design (ainda) não é uma startup?

Eu evito usar termos em outras línguas sempre que posso, mas neste caso é inevitável porque “startup” ainda não tem uma tradução completa e suficiente em português. Este termo se refere a empresas com três características básicas (segundo Eric Ries):

  • Inovadora
  • Criada do e para o ambiente de extrema incerteza
  • Escalável
  • Vejamos agora se as empresas (ou escritórios, ou ateliê) de arquitetura, urbanismo ou design se enquadram nesta categoria.
  • A essência destas atividades é o desenvolvimento da inovação em seus produtos, sejam estes cidades, edifícios, objetos ou marcas. Seria muito difícil argumentar contra este ponto, e nem tentarei. Ponto para nós.

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    Marketing para arquitetos, linha zero

    Muitos escritórios de arquitetura, urbanismo e design que entram em contato conosco pedem informações sobre “como fazer marketing “. Aprofundando a conversa, logo percebemos que o desejo é, na verdade, saber como construir planos de comunicação e estratégias de captação de novos clientes. Falaremos sobre isso por aqui em breve, mas antes é importante deixar claro o que é marketing de fato, até porque essas empresas já investem (e muito!) em ferramentas de marketing e nem percebem.

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    O que é plano de negócios?

    O plano de negócios (business plan) é um documento estratégico que demonstra a viabilidade de um empreendimento explicando como os desafios estratégicos, de mercado, financeiros, de marketing, de pessoas e operacionais serão enfrentados.

    Por ser estratégico, o plano de negócios não detalha questões operacionais, principalmente quando houver maior padronização neste aspecto. As únicas questões operacionais abordadas serão aquelas amplas, de impacto estratégico ou nos demais aspectos do negócio. Continuar lendo O que é plano de negócios?

    Adeus, notebook?

    Talvez estejamos vivendo um novo momento tecnológico que marca o fim do auge dos computadores portáteis (os notebooks). Durante os anos 1990 vimos o ambiente corporativo absorver os computadores de mesa (desktops). Os anos 2000 vieram com a internet de amplo acesso, e mais ao final daquela década e durante a década seguinte (de 2010) vimos a popularização dos notebooks, que se tornaram mais leves e portáteis. Visitando a cidade de Nova York em maio do presente ano de 2019, observei que o mercado norte-americano de TI mudou bastante em pouco mais de 4 anos (estive por lá no final de 2014 pela última vez). A anterior onipresença de notebooks em cafés, ruas e transporte público foi substituída por uma invasão de tablets para fins profissionais.

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    Concorrência na análise estratégica

    É necessário saber em que tipo de mercado estamos inseridos, sendo que estes variam entre mercados concentrados (com poucos jogadores) e não-concentrados. Estruturas de mercado é uma forma de descrevê-lo em termos de número de competidores e sua distribuição. Uma das medidas mais comuns para a estrutura de mercado é o coeficiente de concentração de N empresas (participação conjunta das N maiores empresas atuantes no mercado). Exemplo: um determinado mercado em que as quatro principais empresas tenham uma participação conjunta de 0,90 (90%). Para este cálculo, costuma-se utilizar a receita de vendas, mas também podem ser utilizados outras variáveis (como a capacidade de produção, por exemplo). Continuar lendo Concorrência na análise estratégica