[e] O que foi o movimento da administração científica?

Frederick Winslow Taylor, nome mais destacado deste movimento, ingressou na Midvale Steel em 1878, onde observou problemas das operações fabris (presentes em várias organizações até os dias de hoje), como: falta de divisão clara da divisão de responsabilidades da administração com o trabalhador; ausência de incentivos para melhorar o desempenho; trabalhadores não cumprindo com suas responsabilidades; decisões baseadas em intuição e palpite; falta de integração entre departamentos; operários despreparados para execução de tarefas exigidas; ignorância sobre os benefícios da excelência de desempenho, conflitos entre capatazes e empregados sobre o volume de produção.

A partir de suas observações, desenvolveu um sistema de administração de tarefas que mais tarde ficou conhecido como sistema Taylor, taylorismo e, depois, administração científica. O principal motivo do estudo dos tempos foi a busca da precisão para definir o valor dos salários. Posteriormente, percebeu-se seu valor intrínseco de permitir o aprimoramento do trabalho operacional através da racionalização de movimentos.
Na segunda fase do movimento, a ênfase se desloca da produtividade do trabalhador para o aprimoramento dos métodos de trabalho. Naquele momento, Taylor apresentou seus princípios da administração de uma empresa:

  1. Seleção e treinamento de pessoal
  2. Salários altos e custos baixos de produção
  3. Identificação da melhor maneira de executar tarefas
  4. Cooperação entre administração e trabalhadores

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Avaliação e alienação de imóveis da União

[Marcelo Berti, desembargador. Secovi-SP, 11/12/17]

Imóveis públicos não são passíveis de usucapião, como já apontamos, e isso cria a necessidade de outros instrumentos para a regularização fundiária. As ocupações não costumam obedecer às divisas entre áreas públicas e privadas, e são invadidas as áreas de doação de loteamentos demarcadas como áreas verdes, vias públicas, praças, uso institucional, etc., os quais viram lotes em sua situação de fato.

Desde os primeiros projetos para esta nova lei, os bens públicos foram considerados como objeto de ReUrb, inclusive a ReUrb-E (prevista no Art. 16). Neste último caso será necessária avaliação do imóvel. Continuar lendo Avaliação e alienação de imóveis da União

Amsterdam para arquitetos

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Antes de ir

Os Países Baixos, como boa parte da Europa, não exigem visto. Mas não vá para lá sem cartões de crédito ou débito, é muito comum estabelecimentos comerciais holandeses não aceitarem dinheiro (sim, é isso mesmo, eles não aceitam notas de papel). Leve algum dinheiro em papel-moeda para pequenas despesas como transporte coletivo e táxis. Não recomendo levar dólares, a taxa de conversão é desfavorável na maior parte das casas de câmbio. Não troque dólares no aeroporto.

Não vá sem seguro saúde. Pode ser exigido na imigração.

Vale a pena dar uma repassada nos livros da faculdade antes de ir, em especial nos que falam desde H. P. Berlage (melhor ainda se você encontrar o projeto de Rivierenbuurt), desenho urbano do norte europeu, passando por Herman Hertzberger, traçado romano, etc., até o MVRDV. Também recomendo estudar um pouco da história do país, a Companhia das Índias Ocidentais holandesa (V.O.C.) e a forma como eles se financiaram. Se economia é algo de seu  interesse, recomendo uma lida no livro Crash, de Alexandre Versignassi antes da viagem.

Chegando

Do aeroporto de Schiphol até o centro de Amsterdam você tem algumas opções de transporte:

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O campeão cresceu!

Nosso livro mais vendido ganha uma segunda edição com o dobro de material e muito mais assuntos, já disponível em versão digital. A versão em papel será disponibilizada em breve, conforme disponibilizado em nossa página de Livros Publicados.

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Esta segunda edição do livro mais vendido sobre o assunto traz, além de todo o material original revisado e ampliado, conceitos de criação de valor econômico, como EVA, MVA, Goodwill, métricas de aferição por fluxo de caixa, e apresenta o conceito de Project Finance e a norma técnica brasileira (ABNT NBR) pertinente. Continuar lendo O campeão cresceu!

Eleições do CAU e o mercado de trabalho do arquiteto e urbanista

A recente convocação para as eleições do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU) revelou uma informação interessante: a quantidade de arquitetos e urbanistas registrados no Conselho por Unidade da Federação.

Já são mais de 150 mil profissionais em todo o país. Em 2012- 2013, este número estava ao redor de 100.000 arquitetos e urbanistas – um crescimento nada desprezível de 50% em cinco anos! Continuar lendo Eleições do CAU e o mercado de trabalho do arquiteto e urbanista