VBA™ para Excel™ 2: conceitos básicos

(Ver o anterior)

Hoje veremos mais alguns itens básicos. Caso você já tenha alguma Sub pronta, e só deseja utilizar, basta acessá-la em Ferramentas > Macro > Macros. Você verá uma lista das macros disponíveis. Clique na macro desejada e em Executar. Repare que, para isso, não há necessidade de acessar o editor.

Para criar ou editar as macros, será necessário usar o editor. Para visualizá-lo, clique em ALT+F11. Continuar lendo VBA™ para Excel™ 2: conceitos básicos

VBA™ para Excel™ 1

Iniciaremos hoje uma série sobre uma interessante ferramenta para aumentar a produtividade e/ou atingir resultados complexos em qualquer empreendimento, independente de seu tamanho ou resultado.

O Microsoft Excel™, talvez a planilha eletrônica hoje mais popular, tem diversas funcionalidades pouco conhecidas e muito poderosas para operações do dia a dia da empresa, para sua gestão (pequenas ou grandes) e até à análise de decisão. Uma dessas ferramentas é o VBA™, que costuma Continuar lendo VBA™ para Excel™ 1

Livro sobre estrutura de capital das incorporadoras brasileiras

Já está disponível na Amazon o livro Estrutura de capital de incorporadoras brasileiras: Teoria de Pecking Order (veja aqui). Escrito para investidores, gestores e técnicos, é resultado de uma pesquisa que desenvolvi na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) entre 2009 e 2011, sob a orientação do Prof. Dr. Eduardo Kazuo Kayo.

Este trabalho fala sobre o desempenho das incorporadoras imobiliárias brasileiras em suas estratégias de financiamento. O motivo principal deste trabalho foi o crescimento e modernização das incorporadoras brasileiras durante os anos 2000. Várias delas abriram o capital desde então, e passaram a ter ações negociadas na Bovespa.

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Série gestão para arquitetos publicada em livro

A série de posts de gestão para arquitetos (administração geral, marketing, finanças e recursos humanos) foi finalmente publicada em livro digital. Agora você tem acesso ao material completo, inclusive os textos do blog, no livro Introdução à administração do escritório de arquitetura, disponível para Kindle. Você pode baixar gratuitamente o leitor de Kindle para seu computador pessoal, iPad, iPhone e outros dispositivos no site da Amazon.com.

Saiba mais:

Introdução à administração do escritório de arquitetura Segunda Edição

Finanças para arquitetos: estrutura financeira de uma empresa

A estrutura financeira de qualquer empresa segue uma lógica de partidas dobradas divulgada em Veneza, no ano de 1494, pelo monge Luca Pacioli (1445–1517) em sua obra Summa de Arithmetica, Geometria proportioni et proportionalità. O método é tão racional e coerente que é usado até os dias atuais por corporações do mundo todo. Mas Pacioli não foi o primeiro. Quando publicou essa obra, a humanidade já havia desenvolvido padrões eficazes de controle contábil e financeiro, com conceitos e usos consolidados.  Os egípcios já tinham um sistema bem desenvolvido por volta de 2000 a. C. A inovação trazida por Luca Pacioli foi a chamada partida dobrada, em que qualquer evento que altere uma conta qualquer tem efeito inverso em outra conta. A lógica é simples, consiste em individualizar contas para as origens e alocações de recursos financeiros na empresa, e sempre que qualquer evento altera uma delas, há um comportamento oposto em outra, refletindo o equilíbrio financeiro natural da organização como um todo.

Muitos conceitos contábeis são amplamente aceitos e internacionalmente padronizados com o objetivo de dar mesmo entendimento aos pronunciamentos contábeis em diversas partes do mundo, inseridos em culturas regionais diversas. O primeiro conceito fundamental a ser assimilado é a coexistência de dois pontos de vista simultâneos: de um lado há uma caracterização de como a empresa é financiada, de onde vêm os recursos, se são de terceiros (passivos), ou colocados pelos próprios sócios (patrimônio líquido). De outro lado, os investimentos, ou seja, como estes recursos se materializam e se transformam em caixa, depósitos à vista, recebíveis diversos, máquinas, equipamentos, investimentos financeiros, recursos produtivos, estoques, projetos de longo prazo em andamento, e assim por diante (ativos). O balanço patrimonial apresenta isso em seus pronunciamentos contábeis, aquela sopa de numerinhos pequenos que empresas de capital aberto publicam em jornais de grande circulação a cada três meses e nós, simples mortais, usamos apenas para forrar a gaiola do passarinho ou embrulhar vidro quebrado para nosso amigo lixeiro não machucar a mão. Continuar lendo Finanças para arquitetos: estrutura financeira de uma empresa