Nassim Nicholas Taleb, sobre as teorias (e os governos)

O próprio Taleb diria que a citação não defende a ideia, mas essa eu não podia deixar passar…

“Uma teoria é como um remédio (ou governo): frequentemente inútil, ocasionalmente necessária, sempre autoserviente, e de vez em quando fatal. Portanto precisa ser utilizada com cuidado, moderação e sob a supervisão atenta de um adulto.”

Nassim Nicholas Taleb
A lógica do Cisne Negro

Por que o governo mexeu na poupança?

Uma das formas (atualmente) mais utilizadas no mundo para controlar inflação é o chamado controle monetário, isto é, o governo controla a quantidade de moeda na economia. Mas como ele pode fazer isso? O governo não tira dinheiro de ninguém sem cobrar tributos, certo? Sim, está certo. Tirando a insanidade de Collor em 1990. Continuar lendo Por que o governo mexeu na poupança?

Perspectivas para transporte e trânsito em São Paulo

Imagine uma solução para a mobilidade urbana de grandes cidades brasileiras (leia São Paulo), sem  reduzir população (pelo contrário, imagine que ela continuará aumentando). Também não vale colocar todo mundo num lugar só. Aposto que você verá um cenário com as seguintes características:

a) não está baseado no transporte individual motorizado, nem mesmo num mundo de motocicletas e táxis;
b) tem muito, mas muito mais metrô do que hoje (metrô de verdade, não monotrilhos estúpidos que destroem a paisagem e não transportam passageiros em número suficiente);
c) utilizam intensamente os trens urbanos atuais, mas com qualidade muito superior e melhor utilizados;
d) ônibus urbano é decente e utilizado com inteligência – ou seja, o exato oposto do que temos hoje em São Paulo;
e) as pessoas usam táxi quando precisam usar carro.

Veja que interessante: uma vida sem a propriedade de veículos automotores! Não acredita que seja possível? Então veja algum filme americano que se passa em Manhattan (precisou, usa um carro amarelo – e confortável).

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Nota de Roberto Freire sobre a morte do arquiteto Paulo Bastos

O Brasil perde um dos seus grandes arquitetos

Faleceu, nesta segunda-feira (dia 27), na cidade de São Paulo, Paulo de Mello Bastos, um dos maiores nomes da Arquitetura brasileira. Seu velório ocorreu nesta terça-feira (dia 28), no Cemitério São Paulo, em Pinheiros, e seu corpo foi cremado, às 15h, no Crematório Dr. Jayme Augusto Lopes, na Vila Alpina.

Diplomado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, em 1959, desde 1978, assumira a cátedra da FAU/PUC de Santos-SP. Foi presidente do Condephaat e era membro do International Council on Monuments and Sites (Icomos), órgão consultor da Unesco, do qual foi secretário geral no Brasil. Identificado com as lutas por cidades sustentáveis, foi vice-presidente do Movimento Defenda São Paulo e representante das entidades ambientalistas no Conselho Estadual de Meio Ambiente paulista.
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