Proporção de arquitetos no Brasil [GA]

Estamos atualmente em um mercado em que existiam mais de 105 mil arquitetos em 2012, quando foi criado o CAU/BR, e cresceu a taxas constantes de aproximadamente 8% ao ano nos anos seguintes. Essa taxa de crescimento é suficiente para dobrar uma população em apenas nove anos: em 2018 já éramos mais de 166 mil arquitetos.
Em apenas seis anos, passamos de uma relação aproximada de um arquiteto para cada 1.905 habitantes para outra de um profissional para cada grupo de 1.266 brasileiros. Enquanto isso, a prévia do Censo de 2022 já mostra que a população brasileira está crescendo a uma taxa de 0,7% ao ano. Em outras palavras, a quantidade de arquitetos cresce 1.142,8% mais rápido que a população do país.

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Mortalidade precoce dos escritórios de arquitetura [GA]

Ona BCN
A mortalidade precoce de empresas é uma realidade de todos os setores, não é exclusividade de nosso campo. Pouquíssimas iniciativas empreendedoras sobrevivem mais de cinco anos no mercado em geral. Naomi Stanford informa que na Grã-Bretanha de 2013, o Escritório de Estatística Nacional (Office for National Statistics) relatava uma taxa de sobrevivência de empresas nascidas em 2007 de apenas 44%. A maioria das empresas, novas ou estabelecidas a mais tempo, acabam por sucumbir em algum momento.

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Gestão para arquitetos, texto revisado

O principal livro de Ricardo M. Trevisan sobre gestão arquitetônica ou gestão de escritórios de arquitetura, que já cobria amplos aspectos estratégicos do campo de arquitetura e urbanismo, agora está com todo o texto do livro revisado e atualizado.
Gestão do escritório de arquitetura - capa do livro

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Por que não se usa a Tabela de Honorários do CAU

A Tabela de Honorários em vigor  atende à determinação do artigo 28 da Lei Federal 12.378/2010, e foi elaborada sobre um documento intitulado Manual de procedimentos e contratação de serviços de Arquitetura e Urbanismo.
Apesar de a Tabela de Honorários do CAU ser um parâmetro normativo oficial, não existe qualquer tipo de obrigatoriedade de ser seguida à risca, até porque uma determinação do tipo afrontaria a economia de mercado estabelecida na Constituição. A Tabela de Honorários também tem o mérito de considerar as diferenças regionais para a variação geográfica de preços, mas traz algumas preocupações quando apresenta as bases da regionalização, as quais listo abaixo.

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Como o município sem recursos pode investir

Cofres públicos vazios não são uma exclusividade brasileira. Desde a segunda metade do século passado, cresceu por todo o mundo o entendimento de que o Estado possui genuínas obrigações sociais amplas e crescentes. Sem discutir se tal entendimento estaria correto ou não, fato é que, via de regra, tal interpretação começou a sentir seus efeitos no cada vez mais distante equilíbrio fiscal das contas públicas. Por todos os continentes, desde a década de 1980 as administrações públicas sentiram os impactos de demandas crescentes simultâneas à pressão por eficiência e responsabilidade fiscal.

As consequências desse cenário, somadas a outras questões locais e regionais resultaram na idealização de novos instrumentos à gestão pública, abrindo estratégias de financiamento de investimentos públicos em parceria com o capital privado, permitindo a ação pública por meio de instrumentos de mercado aberto e até interferindo em estruturas tradicionais de comércio. Continuar lendo Como o município sem recursos pode investir