Prometeu desacorrentado (Landes) x Chutando a escada (Chang)

Trabalho apresentado à FEA-USP, durante a disciplina EAE111 – Introdução à economia II para não-economistas

Prometeu desacorrentado, David Landes, Ed. Campus x Chutando a escada, Ha-Joon Chang. Ed. Unesp.

A diferença entre os textos, além do formal, é também uma amostra do confronto entre um pensamento ocidental e um oriental. Logo de início, Landes exalta a Continuar lendo Prometeu desacorrentado (Landes) x Chutando a escada (Chang)

William Handorf: Gerenciamento de capital na economia global e indicadores de risco – anotações pessoais

Palestra de William Handorf – anotações pessoais
Gerenciamento de capital na economia global e indicadores de risco
Fecomercio, São Paulo, 24/08/2011, 9h às 13h

William Handorf
Ex-diretor do Fed (Federal Reserve) de Richmond. Professor do Departamento de Finanças da George Washington University. Diretor do Federal Home Loan Bank de Atlanta. Publicou diversos artigos em vários journals sobre banking, mercado imobiliário, seguros, educacionais, entre outros. Tem ampla experiência nos setores público e privado.

Mesa:
Milto Bardini – Conselheiro da ABBC – Associação Brasileira de Bancos
Manuel Enriquez García – Presidente da Ordem dos Economistas do Brasil
Paulo Rabello de Castro – Presidente do Conselho de Planejamento Estratégico Fecomercio
Francisco da Silva Coelho – Diretor Educacional e de Negócios da ABBC
Antonio Claudio Paiva – Sócio-Diretor da Analitix Soluções em Finanças

Paulo Rabello de Castro: a crise de 2008 começou muito antes, aquele ano foi apenas o sintoma de uma doença mais antiga. Já dava sinais aparentes em Continuar lendo William Handorf: Gerenciamento de capital na economia global e indicadores de risco – anotações pessoais

Dez motivos para ficar no Brasil

por Ricardo Trevisan

comida mineira

Dez motivos para ficar no Brasil:

1. Comida mineira
2. Cachaça mineira
3. Mulher brasileira
4. Padaria
5. Praia brasileira
6. Chorinho (a música…)
7. Paisagens do interior do Brasil
8. Bossa nova
9. Oportunidades
10. Só entende o Brasil quem é daqui mesmo…

Não concorda? Então mande a sua lista.

Marketing de cidades: preocupação que um prefeito deveria ter

por Ricardo Trevisan, arquiteto e urbanista

A palavra marketing costuma provocar reações alérgicas nas pessoas que lidam com urbanismo, em geral profissionais humanistas como arquitetos e urbanistas, sociólogos, geógrafos, historiadores (ainda há poquíssimos administradores públicos). Esses profissionais são educados longe de qualquer ensino formal sobre o marketing, e em geral possuem um sólido conhecimento histórico da luta de classes e dos movimentos de esquerda no mundo. O desconhecimento do que é marketing leva a adotar a definição do senso comum (que invariavelmente é manca), a uma visão muito limitada do marketing e associação à ideia de ferramenta comercial e de vendas.

Mas se o marketing for entendido (como deveria) conforme suas definições mais precisas, e devidamente compreendido no contexto atual de visão global de responsabilidade e sustentabilidade, pode surgir (e já está surgindo) um movimento no sentido de justificar a aplicação de ferramentas do marketing por causas historicamente avessas, como o poder público municipal. Não sei se isso realmente trará benefícios sociais (objetivo, em tese, do poder público), nem sei se a argumentação apresentada é realmente válida. Mas vai acontecer.

Marketing é uma palavra que nunca foi traduzida corretamente, por isso ficou assim em nossa língua antropofágica. As palavras terminadas em “ing” em inglês, possuem diversos sufixos em português. Quando foi traduzida por “mercadologia” ficou errado, por que marketing não só estudo ou conhecimento do mercado. O objetivo do marketing é otimizar as relações de troca, não necessariamente trocas comerciais. Por isso existe o marketing social e o marketing Continuar lendo Marketing de cidades: preocupação que um prefeito deveria ter