Como obter nível de ruído de trânsito por faixa de frequência [acústica]

Para medirmos o nível de ruído, utilizamos a unidade decibel (dB), que é obtida através de um logaritmo, e por isso não possui casas decimais. Para um determinado ruído, existe um nível de ruído em dB para cada faixa de frequência.

O ruído típico de trânsito urbano possui uma “assinatura” com o seguinte aspecto (dB por faixas de frequência):

125Hz: 77dB
250Hz: 76dB
500Hz: 74dB
1000Hz: 72dB
2000Hz: 71dB
4000Hz: 66dB

Para sabermos o nível de ruído global desta “assinatura” sonora, procedemos da seguinte forma: comparamos o primeiro valor (77) com o segundo (76) para saber qual a diferença de valor entre um e outro. Caso sejam iguais ou diferindo apenas 1dB, somamos 3 ao maior valor, conforme a tabela abaixo:

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Como calcular o comprimento de onda sonora [acústica]

O som é uma vibração provocada no ar, com movimento ondulatório. A partir de um impacto, o ar se desloca e “empurra” as partículas envoltórias (esta é a crista da onda). Após este deslocamento, a tendência do fluido de manter o seu equilíbrio estático preenche o espaço de baixa pressão que foi gerado (vale da onda).

Sabemos também que a velocidade do som é de 345m/s. Ou seja, sabemos que a onda acima se desloca a uma velocidade fixa de 345 metros por segundo, independente de sua frequência. Portanto, se soubermos quantas cristas de onda passam por um determinado ponto em um segundo (frequência), saberemos a distância entre uma crista e outra (comprimento de onda).

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Indicação de livro: o pior emprego do mundo

 

O jornalista Thomas Traumann traz em O pior emprego do mundo um relato de bastidores do Ministério da Fazenda brasileiro a partir de entrevistas com os principais protagonistas de nossa macroeconomia desde os anos 1970 até 2018.

Importante ressaltar que este não é um livro técnico, e os eventos não são narrados com detalhes suficientes para seu pleno entendimento. Ainda assim, é uma leitura interessante enquanto obra complementar, porque mostra bem algumas motivações e eventos que ocorreram em paralelo ao que vemos em aulas de economia. Ou seja, conta as histórias que a literatura técnica de economia brasileira contemporânea não costuma incluir. Continuar lendo Indicação de livro: o pior emprego do mundo

Capacidade de condução de corrente elétrica em instalações residenciais

A capacidade de condução de corrente elétrica, em Ampères (A), para cabos de cobre unipolares com isolação em PVC (até 70 graus Celsius) é dada pela Norma Técnica ABNT NBR 5410:2004 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão, e costuma ser reproduzido pelos fabricantes em seus materiais publicitários de divulgação de produtos.

Toda informação apresentada aqui não elimina a necessidade de leitura da Norma Técnica na íntegra, a qual pode sofrer alterações posteriores a esta publicação.

Apresentamos aqui o tipo de instalação mais comum em residências unifamiliares: condutores isolados ou cabos unipolares em eletroduto corrugado de seção circular embutido em alvenaria (método de referência B1), observada a ocupação máxima da seção do eletroduto conforme Norma Técnica.

Apresentaremos abaixo o par composto por seção nominal do condutor, em mm2, e a capacidade máxima de condução de corrente elétrica em Ampères (A). Apresentamos apenas os condutores mais comuns, lembrando que o condutor de 1,5mm2 só deve ser usado para circuitos de iluminação, independentemente da corrente elétrica dimensionada nos demais circuitos. Qualquer circuito com qualquer componente diferente de iluminação em residências unifamiliares deveria usar a seção mínima de 2,5mm2. Continuar lendo Capacidade de condução de corrente elétrica em instalações residenciais

Ferramentas para arquitetura e BIM em dispositivos Apple

Algumas pessoas me perguntam sobre a melhor configuração de Apple Mac para rodar ferramentas BIM, se o MacBook Air seria suficiente, por exemplo. A resposta depende de como você usa as ferramentas BIM (ou outras ferramentas para projetos de arquitetura). Eu, por exemplo, uso ArchiCAD tranquilamente num MacBook Air 2017, configuração mínima de fábrica.

Porém, minha utilização vai até o 3D básico para apresentação do projeto. Se você trabalha com animações sobre maquetes eletrônicas ou renderização em ultra-realismo, seria melhor usar um MacBook Pro, por exemplo.

Mas, antes de gastar tubos de dinheiro num Mac (sim, eu sei, é caro), considere também outras possibilidades. Um dispositivo que tem me surpreendido a cada dia pelo desempenho é o iPad (uso um iPad Air 3a. geração, nem está mais à venda no site da Apple). Continuar lendo Ferramentas para arquitetura e BIM em dispositivos Apple