A Segunda Edição do mais lido já está disponível!

Introdução à administração do escritório de arquitetura Segunda Edição

O livro mais lido sobre administração de escritórios de arquitetura acaba de ganhar sua Segunda Edição, já disponível na Amazon em formato digital. Esta nova edição traz uma revisão completa do texto, atualizando para as condições atuais de tecnologia, regulação, mercado e ambiente de negócios. Você terá acesso a mais de 90% de material novo e perfeitamente aplicável ao nosso atual contexto de BIM, Inteligência Artificial, mercados competitivos digitais e regulação mais rigorosa.

Lançado originalmente em 17 de agosto de 2013, o livro mais lido sobre este assunto na plataforma Amazon havia recebido uma atualização de texto em 2017. Nesta nova edição, trazemos uma atualização e ampliação muito maior, com aprofundamento sobre a formação de preços, estratégias de competição derivados de metodologias ágeis (agile), e mais orientações sobre gestão de pessoas nos escritórios pós-pandemia de Covid-19. Continuar lendo A Segunda Edição do mais lido já está disponível!

Startarq: arquitetura, urbanismo e a inteligência digital [GA]

Startarq

O mundo da arquitetura mudou muito com a adoção da inteligência artificial (IA), e muitos escritórios ainda não se deram conta. A ficção científica não é mais o amanhã, já estamos nela. Conversar com máquinas é trivial, gêmeos digitais ordenam ações de manutenção e operação em edifícios, a IA otimiza fluxos de pessoas em edifícios escalonando horários de saída para o almoço, obras são coordenadas sem a presença de seres humanos, máquinas se comunicam entre si pela internet das coisas. Este livro procura auxiliar as equipes e gestores apontando alguns referenciais e possíveis caminhos neste oceano turbulento em que vivemos.

Continuar lendo Startarq: arquitetura, urbanismo e a inteligência digital [GA]

Vale a pena investir no chip Apple M3? [GA]

Arquitetura dos chips séria M3 da Apple (imagem ampliada)

A resposta a esta pergunta depende da ponderação de pelo menos duas variáveis adicionais:

  • Qual é sua utilização do processador do computador? A vantagem ou não de se investir em um processador mais potente depende do quanto você demanda dele. Uma utilização intensa (edição de vídeos, animações 3D etc.) tende a justificar esse tipo de investimento, e vice-versa;
  • Qual é o processador que você utiliza hoje? Um salto de chip Intel (por exemplo) para um chip M3 traz um ganho de desempenho muito maior (13x maior) para edição de vídeo. Portanto, esta variável tem que ser analisada de forma conjugada à análise do uso pretendido.

Chip Apple M3 vale a pena?

O desempenho global do processador M3, em si, não teve um ganho tão grande em relação à sua versão anterior (M2) para as atividades mais corriqueiras de arquitetos, urbanistas e designers (AUD). Mas a evolução em relação ao M1 é significativa. E quando comparado ao chip Intel, o ganho é enorme. Continuar lendo Vale a pena investir no chip Apple M3? [GA]

O que é GovTech?

Algumas soluções tecnológicas e de processos têm surgido nos últimos anos com o objetivo de melhorar a eficiência e a transparência dos serviços públicos, e de facilitar a interação entre o governo e a população. Estas soluções estão sendo chamadas de GovTechs, em analogia a outras “techs” atuais que estão revolucionando diversos setores.

Trago hoje alguns exemplos do que tem se enquadrado nesta categoria: Continuar lendo O que é GovTech?

PPP como ferramenta de viabilização de Operações Urbanas Consorciadas

A Operação Urbana Consorciada (OUC) é um instrumento urbanístico aplicado com sucesso no exterior e com honrosos exemplares nacionais. Seu princípio, inspirado na experiência de uma Beirute pós-guerra civil, é o de recuperação de territórios urbanos degradados a partir de sinergias entre iniciativas públicas e privadas, potencializadas pelo mercado de capitais. É um arranjo simples e engenhoso que a experiência mostrou ser também eficaz.

Operação Urbana Consorciada e suas diferenças em relação à Outorga Onerosa
Operação Urbana Consorciada e suas diferenças em relação à Outorga Onerosa

 

Desenvolver uma Operação Urbana significa trabalhar num projeto urbano para uma região que demanda algum tipo de intervenção pública e se utilizar do mercado de capitais para leiloar, pouco a pouco, potencial construtivo à iniciativa privada. Explico: em geral, intervenções públicas no tecido urbano costumam levar valorização imobiliária a essas áreas. Com a venda paulatina de potencial construtivo, o poder público consegue ir implantando seu projeto aos poucos e, ao mesmo tempo, capturando parte da mais-valia imobiliária gerada para financiar as próximas fases desta mesma implantação.

Portanto, a Operação Urbana Consorciada é também uma operação financeira com inteligência pública. Os títulos mobiliários de potencial construtivo a serem negociados no mercado de capitais (Certificado de Potencial Adicional de Construção – CEPAC) são regulados pela Comissão de Valores Mobiliários, mesma instância que regula outros instrumentos financeiros como ações, cotas de fundos etc. Portanto, trata-se de um contrato público, e após a emissão dos CEPAC, o poder público municipal não pode mais seu lastro (o projeto urbano) indiscriminadamente, sob pena de sofrer sanções inclusive econômicas. Continuar lendo PPP como ferramenta de viabilização de Operações Urbanas Consorciadas