Oficina de Drenagem Urbana PMSP: anotações


OFICINA DE DRENAGEM URBANA
Prefeitura Municipal de São Paulo
27 de julho de 2010
10:00 PMSP – Maria Tereza Diniz – Urbanização de Favelas
Drenagem urbana de favelas: água como elemento de lazer, meta: procurar o contato da população com a água. Imagem de uma piscina em Paraisópolis.
Município de SP: população favelada = 3.340.000 hab. em 1.500 favelas.
Há mapas interativos disponíveis em http://www.habisp.inf.br
Há também disponível no site uma minuta do Plano Municipal de Habitação – PMH.
Pretendem “solucionar” o problema em 4 quadriênios (16 anos) a partir de 2009 (2025).
Espaço de liberdade do rio (discussão atual). Competência pela drenagem = SIURB (apesar do planejamento estar na Secretaria de Desenvolvimento Urbano). Eles dão diretrizes de recuos (APP) para projetos de urbanização.
Vielas peatonais: cimentado vassourado com canaleta 5x5cm central, caimento 2 – 4%.
Vielas 80cm (dificuldade de implantar tubos de 300-500mm).
Usam extensivamente gabiões. Em alguns casos, próximos a nascentes, córregos totalmente abertos, com crianças brincando na água (Iporanga).
Cantinho do céu: para não haver reocupação, foi implantado um Parque Linear que congelasse a área.
Afirmou haver participação popular, com reuniões nos finais de semana.
Remanejamento, relocação, remoções: aluguel social, alojamento provisório (não usam mais).
Agilidade da obra é fundamental, para que não haja reocupação.
Hoje há obras em mais de 120 favelas (1/3 da população favelada do município).
Toda intervenção em córregos solicita outorga do DAEE.
10:45 Eng. Mitsuyoshi Takiishi – Cobrape para Prefeitura Municipal de Santos
Financiamento do BIRD (50%).
Revitalização urbana e ambiental das Zonas Noroeste e dos morros.
População da Região Metropolitana da Baixada Santista: 1,47 mi hab.
População de Santos: 420.000 habitantes.
Áreas em cotas inferiores a 1,50m – inundações de preamar (maré alta).
Foi utilizada simulação hidráulica HEC-RAS – USACE HEC, modelo gratuitamente distribuído pela internet.
Ações: instalação de comportas (x maré alta); bacias de detenção; controle de níveis dos exultórios de corpos d´água da Zona NW; comportas de separação de fluxos.
Há carga hidráulica suficiente para enviar por tubulação de fundo.
11:30 Eng. Márcio Baptista – UFMG. Drenagem urbana: conceitos e tendências
Historicamente, as cidades foram construídas junto a cursos d´água – necessidades humanas.
Sistemas clássicos: captação e condução rápida para jusante.
Na Idade Média, muitos problemas com esgotos, “cidade pútrida”.
Séc. XIX: epidemias levaram ao higienismo e redes de drenagem.
Séc. XX: intenso crescimento urbano (número cidades com mais de 1 mi hab).
Brasil hoje mais de 80% população é urbana.
Belo Horizonte foi inaugurada em 1896 – traçado dos córregos se ajustaram ao traçado urbano. Cidade foi planejada para 200.000 habitantes, mas rapidamente se expandiu numa magnitude maior que a planejada.
Havia uma proposta de Saturnino de Brito (alternativa), mas que perdeu a disputa política. O vencedor tinha uma visão positivista.
Impactos sentidos: redução da infiltração; aumento da velocidade superficial; antecipação de escoamento de pico.
BH em 2004: 94% da ocupação já era urbana (máximo possível, o restante é a Serra do Curral).
Danos/investimentos por inundações no Brasil = 1 a 2 bilhões de reais (estimativa de 1996).
Estação meteorológica Mineração Morro Velho (uma das mais antigas do Brasil, tem dados de 149 anos). Mostra que a flutuação sazonal não discerne tendência de alteração. A precipitação anual não se alterou.
Só há alterações por ilhas de calor / ilhas urbanas – concentra precipitações em áreas urbanas.
2000/2005: água como foco do planejamento da cidade.
Conceitos Low Impact Development (EUA); Water Sensitive Urban Design (Reino Unido).
BH: planejamento integrado por bacia hidrográfica.
Visão atual
Substituição de “canalizações” por “tratamento de vale”. Quanto a técnicas compensatórias: neutralizar efeitos hidrológicos da urbanização.
Rios como objeto de fruição. Foram apresentados casos de Poços de Caldas, São João Del Rei, Riviera de São Lourenço.
No Regret Strategy: modulação dos sistemas de drenagem, prevenindo-se de eventuais mudanças, para não haver arrependimento futuro do que foi executado.
Planejamento Integrado Multidisciplinar.
Funções de lazer para as águas urbanas. Atrasos nos hidrogramas. Infiltração. Caixas de detenção. Coleta de AP para reuso. Telhados armazenadores – telhados verdes. Trincheiras e poços de infiltração (foi apresentado caso de condomínio onde há saída zero). Armazenamento em estacionamentos. Pavimento poroso (nesse caso há problemas de colmatação, e a máquina para manutenção deste problema é muita cara).
Casos apresentados: Bacia Maurice Audin (Paris); Condomínio Vale dos Cristais (BH), que conseguiu reduzir saída em relação à vazão natural. Ruptura com os processos tradicionais de projeto. Análise da decisão: mestrado de uma aluna UFMG, roteiro para decisão de sistema a ser adotado.
14:00 Gestão das Águas Urbanas em Belo Horizonte – Secretaria Municipal de Meio Ambiente
Sônia Knauer
População: 2,5 mi hab. Área: 330 km².
Águas – Copasa (empresa do governo do estado, com capital aberto). Drenagem – autarquia municipal (Sudecap). Recursos hídricos – administração direta (Secretaria Municipal de Meio Ambiente).
Plano Municipal de Saneamento é quadrienal. ISA (nota 0 – 1): avalia a qualidade ambiental por sub-bacia. Critérios foram acrescidos (densidade, população em favelas, casos de diarréia em menores de 5 anos de idade – critério das diretrizes de política nacional de saneamento).
Plano Local de Educação Ambiental (PLEA) – Participação popular, a própria população ajuda a fiscalizar as obras, sentimento de pertencimento.
Parques para skate (skate park) – atendem à demanda de lazer para adolescentes.
BH foi incluído no Projeto SWITCH, que inclui 15 países e 33 instituições; Akra (Gana) tem 70% da população abaixo da linha de pobreza, 5% de coleta de esgotos, e está preocupada com a gestão sustentável de águas urbanas. Uma das diretrizes do Projeto SWITCH é reduzir risco de escassez de água. Visualiza a cidade como uma bacia.
Alianças de aprendizagem (outro nome para o que no Brasil se chama de Orçamento Participativo). Exemplo na Palestina. Democratização do conhecimento científico e viabilizar inclusão dos pontos de vista de diversos parceiros.
Cursos de sensibilização em relação à água – em toda a cidade.
“Um dia na bacia…” – técnicos da prefeitura visitam o local.
Na abordagem tradicional, a pesquisa é para consumo acadêmico, pouco compartilhamento entre diferentes setores, e pouca oportunidade de replicabilidade do conhecimento.
Solução: Parceria da prefeitura com UFMG.
Programa “Vila Viva” – urbanização maior aglomeração. Difícil integração entre população com classe média do entorno.
15:30 Luiz Fernando Orsini Yazaki – PMSP. Projetos Integrados de Sistemas de Águas Pluviais e Esgotos Sanitários.
As obras de saneamento têm melhorado muito pouco.
Apresentação é baseada no trabalho de monitoramento da qualidade da água.
Guarapiranga: US$336 milhões. Depois de implantado o programa, pouco afetou a qualidade da água. Aliás, está mantida a tendência de piora.
Idem para Tietê e Pinheiros. Picos de piora no inverno (menos chuvas, menor diluição).
Medições apresentadas de dois pontos na Billings (um deles é o Córrego Guaicuri): a DBO é de esgoto puro (209mg/L). Parâmetro: Córrego Classe 2 (que é caso) deveria ter DBO < 5 mg/L.
Padrões da comunidade européia, para comparação: objetiva a volta da vida aquática.
Orsini acredita que o Planejamento Integrado é o caminho. Duas opções: sistema unitário, sistema separador (Brasil).
Cidade Ideal x Cidade Real. Roma – traçado de favela. Mas os rios são limpos. Festival onde as pessoas mergulham. Vielas estreitas. Análise da água do Cabuçu. Primeira carga é a pior (pela cor já é possível perceber). No pico, a água está bem melhor (pela diluição).
Proposta
Mix unitário/separador em favelas. Reservatórios de amortecimentos de cheias. (Limite de tamanho da bacia).
Primeira chuva (pior): 5mm / 2ª. Parte / Resto – parque público com equipamentos (mais dez anos).
Itália: utiliza os dois sistemas, depende da situação. Rede unitária leva a um receptor de primeira chuva (V=25 a 100m³/ha de área impermeável conectada). O primeiro volume (em época de seca é o volume todo) vai para tratamento (de 5 a 15 m³/s, custo de €94/hab).
Em uma cidade da Itália com mais de 200.000 habitandes, uma única empresa é responsável pela captação, tratamento e distribuição de água tratada; coleta, tratamento e destinação de esgotos, além de sistemas de drenagem. E faz tudo isso com apenas 34 funcionários. Sistemas automatizados / informatizados de controle dos sistemas.
Caso de Veneza: contaminação por Nitrogênio e Fósforo, assim como nosso caso em SP. (Laguna poluída, zona industrial localizada próxima à ilha onde se concentra o turismo). Uma grande wetland está sendo construída rodeada por paredes diafragma, para receber esgoto (na porção continental).
Renaturalização de córregos: recupera a capacidade de autodepuração das águas.
Bolonha: mini-wetlands para condomínios. Praças como áreas para amortecimento de cheias. Fazer a água percorrer em mais tempo os rios para melhorar a qualidade final da água.

OFICINA DE DRENAGEM URBANAPrefeitura Municipal de São Paulo27 de julho de 2010
10:00 PMSP – Maria Tereza Diniz – Urbanização de Favelas Drenagem urbana de favelas: água como elemento de lazer, meta: procurar o contato da população com a água. Imagem de uma piscina em Paraisópolis.Município de SP: população favelada = 3.340.000 hab. em 1.500 favelas.Há mapas interativos disponíveis em http://www.habisp.inf.brHá também disponível no site uma minuta do Plano Municipal de Habitação – PMH.Pretendem “solucionar” o problema em 4 quadriênios (16 anos) a partir de 2009 (2025).Espaço de liberdade do rio (discussão atual). Competência pela drenagem = SIURB (apesar do planejamento estar na Secretaria de Desenvolvimento Urbano). Eles dão diretrizes de recuos (APP) para projetos de urbanização.Vielas peatonais: cimentado vassourado com canaleta 5x5cm central, caimento 2 – 4%.Vielas 80cm (dificuldade de implantar tubos de 300-500mm).Usam extensivamente gabiões. Em alguns casos, próximos a nascentes, córregos totalmente abertos, com crianças brincando na água (Iporanga).Cantinho do céu: para não haver reocupação, foi implantado um Parque Linear que congelasse a área.Afirmou haver participação popular, com reuniões nos finais de semana.Remanejamento, relocação, remoções: aluguel social, alojamento provisório (não usam mais).Agilidade da obra é fundamental, para que não haja reocupação.Hoje há obras em mais de 120 favelas (1/3 da população favelada do município).Toda intervenção em córregos solicita outorga do DAEE.
10:45 Eng. Mitsuyoshi Takiishi – Cobrape para Prefeitura Municipal de SantosFinanciamento do BIRD (50%).Revitalização urbana e ambiental das Zonas Noroeste e dos morros.População da Região Metropolitana da Baixada Santista: 1,47 mi hab.População de Santos: 420.000 habitantes.Áreas em cotas inferiores a 1,50m – inundações de preamar (maré alta).Foi utilizada simulação hidráulica HEC-RAS – USACE HEC, modelo gratuitamente distribuído pela internet.Ações: instalação de comportas (x maré alta); bacias de detenção; controle de níveis dos exultórios de corpos d´água da Zona NW; comportas de separação de fluxos.Há carga hidráulica suficiente para enviar por tubulação de fundo.
11:30 Eng. Márcio Baptista – UFMG. Drenagem urbana: conceitos e tendênciasHistoricamente, as cidades foram construídas junto a cursos d´água – necessidades humanas.Sistemas clássicos: captação e condução rápida para jusante.Na Idade Média, muitos problemas com esgotos, “cidade pútrida”.Séc. XIX: epidemias levaram ao higienismo e redes de drenagem.Séc. XX: intenso crescimento urbano (número cidades com mais de 1 mi hab).Brasil hoje mais de 80% população é urbana.Belo Horizonte foi inaugurada em 1896 – traçado dos córregos se ajustaram ao traçado urbano. Cidade foi planejada para 200.000 habitantes, mas rapidamente se expandiu numa magnitude maior que a planejada.Havia uma proposta de Saturnino de Brito (alternativa), mas que perdeu a disputa política. O vencedor tinha uma visão positivista.Impactos sentidos: redução da infiltração; aumento da velocidade superficial; antecipação de escoamento de pico.BH em 2004: 94% da ocupação já era urbana (máximo possível, o restante é a Serra do Curral).Danos/investimentos por inundações no Brasil = 1 a 2 bilhões de reais (estimativa de 1996).Estação meteorológica Mineração Morro Velho (uma das mais antigas do Brasil, tem dados de 149 anos). Mostra que a flutuação sazonal não discerne tendência de alteração. A precipitação anual não se alterou.Só há alterações por ilhas de calor / ilhas urbanas – concentra precipitações em áreas urbanas.2000/2005: água como foco do planejamento da cidade.Conceitos Low Impact Development (EUA); Water Sensitive Urban Design (Reino Unido).BH: planejamento integrado por bacia hidrográfica.Visão atualSubstituição de “canalizações” por “tratamento de vale”. Quanto a técnicas compensatórias: neutralizar efeitos hidrológicos da urbanização.Rios como objeto de fruição. Foram apresentados casos de Poços de Caldas, São João Del Rei, Riviera de São Lourenço.No Regret Strategy: modulação dos sistemas de drenagem, prevenindo-se de eventuais mudanças, para não haver arrependimento futuro do que foi executado.Planejamento Integrado Multidisciplinar.Funções de lazer para as águas urbanas. Atrasos nos hidrogramas. Infiltração. Caixas de detenção. Coleta de AP para reuso. Telhados armazenadores – telhados verdes. Trincheiras e poços de infiltração (foi apresentado caso de condomínio onde há saída zero). Armazenamento em estacionamentos. Pavimento poroso (nesse caso há problemas de colmatação, e a máquina para manutenção deste problema é muita cara).Casos apresentados: Bacia Maurice Audin (Paris); Condomínio Vale dos Cristais (BH), que conseguiu reduzir saída em relação à vazão natural. Ruptura com os processos tradicionais de projeto. Análise da decisão: mestrado de uma aluna UFMG, roteiro para decisão de sistema a ser adotado.
14:00 Gestão das Águas Urbanas em Belo Horizonte – Secretaria Municipal de Meio AmbienteSônia KnauerPopulação: 2,5 mi hab. Área: 330 km².Águas – Copasa (empresa do governo do estado, com capital aberto). Drenagem – autarquia municipal (Sudecap). Recursos hídricos – administração direta (Secretaria Municipal de Meio Ambiente).Plano Municipal de Saneamento é quadrienal. ISA (nota 0 – 1): avalia a qualidade ambiental por sub-bacia. Critérios foram acrescidos (densidade, população em favelas, casos de diarréia em menores de 5 anos de idade – critério das diretrizes de política nacional de saneamento). Plano Local de Educação Ambiental (PLEA) – Participação popular, a própria população ajuda a fiscalizar as obras, sentimento de pertencimento.Parques para skate (skate park) – atendem à demanda de lazer para adolescentes.BH foi incluído no Projeto SWITCH, que inclui 15 países e 33 instituições; Akra (Gana) tem 70% da população abaixo da linha de pobreza, 5% de coleta de esgotos, e está preocupada com a gestão sustentável de águas urbanas. Uma das diretrizes do Projeto SWITCH é reduzir risco de escassez de água. Visualiza a cidade como uma bacia.Alianças de aprendizagem (outro nome para o que no Brasil se chama de Orçamento Participativo). Exemplo na Palestina. Democratização do conhecimento científico e viabilizar inclusão dos pontos de vista de diversos parceiros.Cursos de sensibilização em relação à água – em toda a cidade.“Um dia na bacia…” – técnicos da prefeitura visitam o local.Na abordagem tradicional, a pesquisa é para consumo acadêmico, pouco compartilhamento entre diferentes setores, e pouca oportunidade de replicabilidade do conhecimento.Solução: Parceria da prefeitura com UFMG.Programa “Vila Viva” – urbanização maior aglomeração. Difícil integração entre população com classe média do entorno.
15:30 Luiz Fernando Orsini Yazaki – PMSP. Projetos Integrados de Sistemas de Águas Pluviais e Esgotos Sanitários.As obras de saneamento têm melhorado muito pouco.Apresentação é baseada no trabalho de monitoramento da qualidade da água.Guarapiranga: US$336 milhões. Depois de implantado o programa, pouco afetou a qualidade da água. Aliás, está mantida a tendência de piora.Idem para Tietê e Pinheiros. Picos de piora no inverno (menos chuvas, menor diluição).Medições apresentadas de dois pontos na Billings (um deles é o Córrego Guaicuri): a DBO é de esgoto puro (209mg/L). Parâmetro: Córrego Classe 2 (que é caso) deveria ter DBO < 5 mg/L.Padrões da comunidade européia, para comparação: objetiva a volta da vida aquática.Orsini acredita que o Planejamento Integrado é o caminho. Duas opções: sistema unitário, sistema separador (Brasil).Cidade Ideal x Cidade Real. Roma – traçado de favela. Mas os rios são limpos. Festival onde as pessoas mergulham. Vielas estreitas. Análise da água do Cabuçu. Primeira carga é a pior (pela cor já é possível perceber). No pico, a água está bem melhor (pela diluição).PropostaMix unitário/separador em favelas. Reservatórios de amortecimentos de cheias. (Limite de tamanho da bacia).Primeira chuva (pior): 5mm / 2ª. Parte / Resto – parque público com equipamentos (mais dez anos).Itália: utiliza os dois sistemas, depende da situação. Rede unitária leva a um receptor de primeira chuva (V=25 a 100m³/ha de área impermeável conectada). O primeiro volume (em época de seca é o volume todo) vai para tratamento (de 5 a 15 m³/s, custo de €94/hab).Em uma cidade da Itália com mais de 200.000 habitandes, uma única empresa é responsável pela captação, tratamento e distribuição de água tratada; coleta, tratamento e destinação de esgotos, além de sistemas de drenagem. E faz tudo isso com apenas 34 funcionários. Sistemas automatizados / informatizados de controle dos sistemas.Caso de Veneza: contaminação por Nitrogênio e Fósforo, assim como nosso caso em SP. (Laguna poluída, zona industrial localizada próxima à ilha onde se concentra o turismo). Uma grande wetland está sendo construída rodeada por paredes diafragma, para receber esgoto (na porção continental).Renaturalização de córregos: recupera a capacidade de autodepuração das águas.Bolonha: mini-wetlands para condomínios. Praças como áreas para amortecimento de cheias. Fazer a água percorrer em mais tempo os rios para melhorar a qualidade final da água.

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